PR. MARCOS GLAYSON
O SENHOR NOSSO DEUS NOS CAPACITA PARA
VENCERMOS OS "GIGANTES" QUE A CADA
DIA APARECEM EM NOSSA CAMINHADA.
Vejamos as capacidades que Deus deu a Davi naquele dia:.
1. CAPACIDADE DE FICAR INDIGNADO – vs 26.
Deus nos capacita a ficarmos indignados da forma correta:
a) Uma indignação não-egoísta: Davi não tomou aquelas afrontas de Golias como se fossem contra si mesmo, mas contra seu povo.
b) Uma indignação não-conformista: Ele não ficou sentado exigindo que alguém fizesse alguma coisa, ao contrário, ofereceu-se voluntariamente para enfrentar o gigante.
c) Uma indignação não-interesseira: Ele não estava preocupado consigo mesmo, nem com sua segurança, nem com seu conforto pessoal, nem com as generosas recompensas oferecidas pelo rei para quem vencesse Golias (vs 25).
c) Uma indignação não-vulgar: Ele não podia aceitar que Golias afrontasse o Deus de Israel. Havia um belíssimo elemento de zelo santo em sua indignação.
2. CAPACIDADE DE RESISTIR ÀS CRÍTICAS - vs 28-30.
As críticas que sofreu foram duras e severas, pois vieram do seu irmão mais velho, que o classificou como presunçoso, maldoso e bisbilhoteiro, mas Davi não se abalou com elas.
3. CAPACIDADE DE AGIR COM CORAGEM – vs 31-37.
Coragem sim; suicídio, não! Davi era corajoso, mas não era suicida.
Sua coragem não estava baseada em discursos bem elaborados, nem em especulações pseudo-teológicas ou doutrinas positivistas.
Não! Sua coragem estava baseada em suas anteriores experiências pessoais com o Deus vivo, que o livrara das garras do leão e do urso e certamente o livraria das mãos do filisteu - vs 34-37.
4. CAPACIDADE DE AGIR COM SIMPLICIDADE – vs 38-40.
Nada de coisas espetaculares. Nada de espada, armadura ou capacete de bronze.
Nada de amuletos, sinais divinos, profecias ou milagres.
Tão somente uma funda, 5 pedrinhas lisas e sua fé em Deus.
5. CAPACIDADE DE IR ATÉ O FIM – vs 48-51.
Davi foi correndo ao encontro do gigante e o acertou na cabeça. Quando Golias caiu já estava morto, mas, mesmo assim, ele fez questão de sedimentar a vitória do seu povo: cortou a cabeça do gigante e a levantou, para horror dos seus inimigos, que fugiram correndo e foram destruídos na derrocada.
CONCLUSÃO
O Senhor nosso Deus nos faz vencer, dando-nos:
- Capacidade de ficar indignado da forma correta.
- Capacidade de resistir às críticas.
- Capacidade de agir com coragem.
- Capacidade de agir com simplicidade.
- Capacidade de ir até o fim.
Aleluia. Deus seja louvado!
quinta-feira, 22 de maio de 2008
CEGUEIRA ESPIRITUAL
PR. MARCOS GLAYSON
O MEDO DOS GRANDES DESAFIOS QUE DEUS COLOCADO
À NOSSA FRENTE TEM NOS LEVADO À CEGUEIRA ESPIRITUAL.
Quando os discípulos "lembraram" Jesus de despedir as multidões, não estavam preocupados com o bem estar daquelas pessoas, ao contrário, estavam preocupados consigo mesmos, pois, como promotores daquele evento, eles poderiam ser acusados de serem irresponsáveis por atrair tanta gente para um lugar deserto, sem água nem comida. E se a situação ficasse tensa, quem poderia conter a fúria de uma multidão com fome?
Lembre-se que este fato ocorrreu logo após a decapitação de João Batista (Mateus 14.1-12) e eles talvez estivessem com receio de que algo ruim também pudesse lhes acontecer.
Alimentar aquelas multidões era um tremendo desafio, do qual os discípulos tinham medo. Suas ATITUDES revelam o quanto o medo dos desafios pode nos cegar:
1. FALSIDADE - vs 15.
O discurso deles era muito bonito ("O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer").
Mas, o que realmente eles queriam dizer era: "Jesus, livre-se dessa gente, antes que tenhamos problemas".
O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos agindo com falsidade. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma desculpa para não se envolver com as pessoas que precisam dele.
Jesus combate esta atitude dizendo: "Eles não precisam ir embora".
2. DESAMOR
O versículo 21 nos fala que havia mulheres e crianças naquela multidão.
Quanto desamor por parte dos discípulos, não é mesmo?
Como puderam pensar que o Nosso Senhor Jesus fosse permitir que homens, mulheres e crianças famintas voltassem à noite, caminhando em vão atrás de alimento em lugares desertos e pequenas vilas sem recurso?
É dessa falta de amor que nos fala Tiago: "Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma".
O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos agindo com desamor. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma maneira de se livrar das pessoas o mais rápido possível, sem realmente se importar como elas irão resolver os problemas mais imediatos que as afligem.
Jesus combate esta atitude dizendo: "Dai-lhes vós de comer".
3. PERDA DO FOCO
Ao invés de fixar os olhos na solução (Jesus), olharam o problema (a fome da multidão).
Ao invés de fixar os olhos nos recursos ilimitados de Deus (Jesus - O Pão que desceu do céu), olharam seus míseros cinco pães e dois peixes.
Ao invés de fixar os olhos na maravilhosa oportunidade de testemunhar do grande amor de Deus, olharam para seus próprios umbigos, preocupando-se consigo mesmos (com medo de se darem mal).
O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos perdendo o foco do cristianismo genuíno. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma manobra para deixar passar as oportunidades que surgem à sua frente de testemunhar do amor e do poder de Deus.
Jesus combate esta atitude dizendo:
CONCLUSÃO:
O medo dos grandes desafios que Deus têm colocado à nossa frente nos leva à falsidade, ao desamor e a perder o foco do cristianismo genuíno. Mas, graças a Deus, Jesus sempre age em sentido contrário, fazendo-nos enfrentar as situações e incentivando-nos a aproveitá-las para darmos testemunho do amor e do poder de Deus.
DEUS SEJA LOUVADO!
O MEDO DOS GRANDES DESAFIOS QUE DEUS COLOCADO
À NOSSA FRENTE TEM NOS LEVADO À CEGUEIRA ESPIRITUAL.
Quando os discípulos "lembraram" Jesus de despedir as multidões, não estavam preocupados com o bem estar daquelas pessoas, ao contrário, estavam preocupados consigo mesmos, pois, como promotores daquele evento, eles poderiam ser acusados de serem irresponsáveis por atrair tanta gente para um lugar deserto, sem água nem comida. E se a situação ficasse tensa, quem poderia conter a fúria de uma multidão com fome?
Lembre-se que este fato ocorrreu logo após a decapitação de João Batista (Mateus 14.1-12) e eles talvez estivessem com receio de que algo ruim também pudesse lhes acontecer.
Alimentar aquelas multidões era um tremendo desafio, do qual os discípulos tinham medo. Suas ATITUDES revelam o quanto o medo dos desafios pode nos cegar:
1. FALSIDADE - vs 15.
O discurso deles era muito bonito ("O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer").
Mas, o que realmente eles queriam dizer era: "Jesus, livre-se dessa gente, antes que tenhamos problemas".
O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos agindo com falsidade. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma desculpa para não se envolver com as pessoas que precisam dele.
Jesus combate esta atitude dizendo: "Eles não precisam ir embora".
2. DESAMOR
O versículo 21 nos fala que havia mulheres e crianças naquela multidão.
Quanto desamor por parte dos discípulos, não é mesmo?
Como puderam pensar que o Nosso Senhor Jesus fosse permitir que homens, mulheres e crianças famintas voltassem à noite, caminhando em vão atrás de alimento em lugares desertos e pequenas vilas sem recurso?
É dessa falta de amor que nos fala Tiago: "Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma".
O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos agindo com desamor. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma maneira de se livrar das pessoas o mais rápido possível, sem realmente se importar como elas irão resolver os problemas mais imediatos que as afligem.
Jesus combate esta atitude dizendo: "Dai-lhes vós de comer".
3. PERDA DO FOCO
Ao invés de fixar os olhos na solução (Jesus), olharam o problema (a fome da multidão).
Ao invés de fixar os olhos nos recursos ilimitados de Deus (Jesus - O Pão que desceu do céu), olharam seus míseros cinco pães e dois peixes.
Ao invés de fixar os olhos na maravilhosa oportunidade de testemunhar do grande amor de Deus, olharam para seus próprios umbigos, preocupando-se consigo mesmos (com medo de se darem mal).
O medo nos cega ao ponto de não percebermos que estamos perdendo o foco do cristianismo genuíno. O bonito discurso dos medrosos não passa de uma manobra para deixar passar as oportunidades que surgem à sua frente de testemunhar do amor e do poder de Deus.
Jesus combate esta atitude dizendo:
CONCLUSÃO:
O medo dos grandes desafios que Deus têm colocado à nossa frente nos leva à falsidade, ao desamor e a perder o foco do cristianismo genuíno. Mas, graças a Deus, Jesus sempre age em sentido contrário, fazendo-nos enfrentar as situações e incentivando-nos a aproveitá-las para darmos testemunho do amor e do poder de Deus.
DEUS SEJA LOUVADO!
sábado, 22 de março de 2008
ABANDONANDO AS MÁGOAS DO PASSADO
PR.MARCOS EMANUEL
ABANDONANDO AS MÁGOAS DO PASSADO
José ao primogênito chamou de Manassés, pois disse: Deus me fez esquecer de todos os meus trabalhos e de toda a casa de meu pai. (Gn 41:51)
Não é incomum haver tropeços e tempos ruins na vida do cristão. Muitas vezes passamos por sofrimentos e nem sabemos o porque de sofrermos tanto assim. Mas o pior é que muitas vezes enchemos nossos corações de mágoas e ressentimentos e impedimos que Deus nos abençoe com seu plano, que inclui coisas maiores e melhores do que podemos imaginar, principalmente quando estamos atravessando tempos de crise.
A vida de José ilustra perfeitamente esta verdade. Havia mais de treze anos que Deus havia prometido a José que ele seria grande (Gn 41:46 cf Gn 37:2), a promessa de Deus a José incluía o fato de que seus familiares viriam a estar sob seu comando. Mas tudo o que José experimentara nesses treze anos era o ódio de seus irmãos, o trabalho escravo numa terra estranha, acusações injustas e o esquecimento por parte daquele a quem ajudara. Com certeza nesses treze anos José alimentava sentimentos ruins a respeito de seus irmãos, não era fácil pra ele pensar em seus irmãos sem culpa-los por tudo quanto estava acontecendo a ele.
Nosso texto relata que quando Deus começa a mostrar a José o desenrolar do seu plano, José diz que Deus o auxiliara a esquecer de toda a casa de seu pai e dos tempos difíceis pelos quais ele passara. Mas, em que sentido José havia se esquecido da casa de seu Pai? Será se, porventura, ele não conseguia mais lembrar do rosto de seus irmãos?
O texto sagrado nos diz que foi exatamente o contrário, Gênesis 42:8 diz: “José conheceu os seus irmãos, mas eles não o conheceram.” Não era a fisionomia de seus irmãos que Deus o auxiliara a esquecer. O que era, então?
Eu creio que a interpretação clara deste texto aponta para o esquecimento das mágoas que ele havia carregado consigo por causa de seus irmãos. José não lembrava mais de seus irmãos com rancor. Os trabalhos pelos quais ele teve de passar por causa de seus irmãos não irritavam mais a José. Ele estava pronto para seguir em frente. Deus havia curado o coração de José antes de consumar o seu plano, antes de tornar José grande na presença de seus familiares, antes de derramar sua bênção de forma plena.
Muitas vezes Deus quer realizar sua vontade de forma plena em nossas vidas mas nós não permitimos porque preferimos alimentar nossos pecados. No caso de José eram mágoas, rancor, autopiedade, sentimentos estes que impediam que Deus realizasse seu plano na vida dele. Quais as coisas que estão impedindo o desenrolar do plano de Deus em nossas vidas? Quais os pecados que precisam ser tratados antes de Deus poder nos abençoar. Lembrem-se, Deus tem planos maravilhosos a nosso respeito. Vamos, então, deixar que Ele trate nossos corações para podermos desfrutar plenamente de sua bênção em nossas vidas.
ABANDONANDO AS MÁGOAS DO PASSADO
José ao primogênito chamou de Manassés, pois disse: Deus me fez esquecer de todos os meus trabalhos e de toda a casa de meu pai. (Gn 41:51)
Não é incomum haver tropeços e tempos ruins na vida do cristão. Muitas vezes passamos por sofrimentos e nem sabemos o porque de sofrermos tanto assim. Mas o pior é que muitas vezes enchemos nossos corações de mágoas e ressentimentos e impedimos que Deus nos abençoe com seu plano, que inclui coisas maiores e melhores do que podemos imaginar, principalmente quando estamos atravessando tempos de crise.
A vida de José ilustra perfeitamente esta verdade. Havia mais de treze anos que Deus havia prometido a José que ele seria grande (Gn 41:46 cf Gn 37:2), a promessa de Deus a José incluía o fato de que seus familiares viriam a estar sob seu comando. Mas tudo o que José experimentara nesses treze anos era o ódio de seus irmãos, o trabalho escravo numa terra estranha, acusações injustas e o esquecimento por parte daquele a quem ajudara. Com certeza nesses treze anos José alimentava sentimentos ruins a respeito de seus irmãos, não era fácil pra ele pensar em seus irmãos sem culpa-los por tudo quanto estava acontecendo a ele.
Nosso texto relata que quando Deus começa a mostrar a José o desenrolar do seu plano, José diz que Deus o auxiliara a esquecer de toda a casa de seu pai e dos tempos difíceis pelos quais ele passara. Mas, em que sentido José havia se esquecido da casa de seu Pai? Será se, porventura, ele não conseguia mais lembrar do rosto de seus irmãos?
O texto sagrado nos diz que foi exatamente o contrário, Gênesis 42:8 diz: “José conheceu os seus irmãos, mas eles não o conheceram.” Não era a fisionomia de seus irmãos que Deus o auxiliara a esquecer. O que era, então?
Eu creio que a interpretação clara deste texto aponta para o esquecimento das mágoas que ele havia carregado consigo por causa de seus irmãos. José não lembrava mais de seus irmãos com rancor. Os trabalhos pelos quais ele teve de passar por causa de seus irmãos não irritavam mais a José. Ele estava pronto para seguir em frente. Deus havia curado o coração de José antes de consumar o seu plano, antes de tornar José grande na presença de seus familiares, antes de derramar sua bênção de forma plena.
Muitas vezes Deus quer realizar sua vontade de forma plena em nossas vidas mas nós não permitimos porque preferimos alimentar nossos pecados. No caso de José eram mágoas, rancor, autopiedade, sentimentos estes que impediam que Deus realizasse seu plano na vida dele. Quais as coisas que estão impedindo o desenrolar do plano de Deus em nossas vidas? Quais os pecados que precisam ser tratados antes de Deus poder nos abençoar. Lembrem-se, Deus tem planos maravilhosos a nosso respeito. Vamos, então, deixar que Ele trate nossos corações para podermos desfrutar plenamente de sua bênção em nossas vidas.
Orando pelos que estão sob risco de juízo
PR. ALMIR TAVARES: Orando pelos que estão sob risco de juízo
Em Gênesis 19.29 lemos que quando Deus destruiu a cidade de Sodoma, Ele tirou Ló porque lembrou de Abraão. Ló era justo (2 Pd 2.7), mas estava no meio e envolvido com pessoas injustas que estavam debaixo da ira de Deus, e foi salvo da destruição por causa de Abraão.
Deus avisou Abraão que iria verificar se o pecado da cidade era de fato grave como as acusações que havia chegado a Ele (Gn 18.20). Abraão conhecia a cidade, sabia que de fato eram grande pecadores, conhecia também a Deus, e sabia que Ele era santo e justo, portanto Ele iria destruir as cidades. Além disto, Abraão sabia que seu sobrinho morava numa daquelas cidades, ele amava este sobrinho e sentia-se responsável por ele, apesar de já estarem separados há algum tempo (Gen 13 e 14).
Quando os acompanhantes de Deus partiram para Sodoma, Abraão permaneceu na presença de Deus, e intercedeu por seu sobrinho.
Sua intercessão apresenta duas características interessantes: persistência e reverência.
Abraão foi persistente com Deus. Depois dos anjos terem ido ele permaneceu na presença de Deus (Gen 18.22), e por seis vezes pede a Deus a salvação da cidade em nome dos justos que moram nela.
Só que a persistência de Abraão não foi impertinente ou desrespeitosa. Pelo contrário sua insistência foi reverente. Ele pede considerando o caráter Justo de Deus, reconhece que Deus é o Governador de toda a terra, e que também é seu Senhor e Dono. Considera também que ele não tem o direito de insistir com Deus, já que é pó e cinza, por isso pede para que Deus não se ire com ele. Seu pedido tem como base a graça e misericórdia de Deus.
Abraão demonstra amor e interesse pelas pessoas. No dia seguinte ele vai verificar se havia dez justos nas cidades. Não havia, por isso elas foram destruídas, mas sua oração não foi em vão, seu sobrinho foi salvo.
Quantas pessoas nós conhecemos é que estão envolvidas com ímpios, separados do povo de Deus, e correndo o risco de receberem o juízo Dele? Você pode pensar em algumas? Parentes, amigos, etc.
Qual nossa atitude para com eles? Estamos clamando por eles? Quando não nos importamos estamos demonstrando falta de amor para com as pessoas. Muitas vezes consideramos que não é problema nosso, eles escolheram aquela vida, eles que colham os resultados. Somos diferentes de Abraão. Ele já tinha as bênçãos, mas se preocupava com outros.
Mas nosso desinteresse também pode demonstrar desconhecimento da justiça e santidade de Deus. Podemos achar que Deus não se importa com o pecado, e que Ele não irá castigar as pessoas. Abraão sabia que Deus é o Justo Juiz de toda a terra.
Você tem chegado à presença de Deus para clamar pelos que estão em risco de juízo? Sua oração tem sido persistente? Mas também tem sido reverente?
Em Gênesis 19.29 lemos que quando Deus destruiu a cidade de Sodoma, Ele tirou Ló porque lembrou de Abraão. Ló era justo (2 Pd 2.7), mas estava no meio e envolvido com pessoas injustas que estavam debaixo da ira de Deus, e foi salvo da destruição por causa de Abraão.
Deus avisou Abraão que iria verificar se o pecado da cidade era de fato grave como as acusações que havia chegado a Ele (Gn 18.20). Abraão conhecia a cidade, sabia que de fato eram grande pecadores, conhecia também a Deus, e sabia que Ele era santo e justo, portanto Ele iria destruir as cidades. Além disto, Abraão sabia que seu sobrinho morava numa daquelas cidades, ele amava este sobrinho e sentia-se responsável por ele, apesar de já estarem separados há algum tempo (Gen 13 e 14).
Quando os acompanhantes de Deus partiram para Sodoma, Abraão permaneceu na presença de Deus, e intercedeu por seu sobrinho.
Sua intercessão apresenta duas características interessantes: persistência e reverência.
Abraão foi persistente com Deus. Depois dos anjos terem ido ele permaneceu na presença de Deus (Gen 18.22), e por seis vezes pede a Deus a salvação da cidade em nome dos justos que moram nela.
Só que a persistência de Abraão não foi impertinente ou desrespeitosa. Pelo contrário sua insistência foi reverente. Ele pede considerando o caráter Justo de Deus, reconhece que Deus é o Governador de toda a terra, e que também é seu Senhor e Dono. Considera também que ele não tem o direito de insistir com Deus, já que é pó e cinza, por isso pede para que Deus não se ire com ele. Seu pedido tem como base a graça e misericórdia de Deus.
Abraão demonstra amor e interesse pelas pessoas. No dia seguinte ele vai verificar se havia dez justos nas cidades. Não havia, por isso elas foram destruídas, mas sua oração não foi em vão, seu sobrinho foi salvo.
Quantas pessoas nós conhecemos é que estão envolvidas com ímpios, separados do povo de Deus, e correndo o risco de receberem o juízo Dele? Você pode pensar em algumas? Parentes, amigos, etc.
Qual nossa atitude para com eles? Estamos clamando por eles? Quando não nos importamos estamos demonstrando falta de amor para com as pessoas. Muitas vezes consideramos que não é problema nosso, eles escolheram aquela vida, eles que colham os resultados. Somos diferentes de Abraão. Ele já tinha as bênçãos, mas se preocupava com outros.
Mas nosso desinteresse também pode demonstrar desconhecimento da justiça e santidade de Deus. Podemos achar que Deus não se importa com o pecado, e que Ele não irá castigar as pessoas. Abraão sabia que Deus é o Justo Juiz de toda a terra.
Você tem chegado à presença de Deus para clamar pelos que estão em risco de juízo? Sua oração tem sido persistente? Mas também tem sido reverente?
APRENDEMOS A SERMOS MADUROS ATRAVEZ DAS ADVERSIDADES
PR. MARCOS GLAYSON ALENCAR
APRENDEMOS A SERMOS MADUROS ATRAVEZ DAS ADVERSIDADES
Ninguém gosta de passar por dificuldades, mas infelizmente as dificuldades além de fazer parte da natureza humana, elas são necessárias para o nosso crescimento espiritual e humano. Não se consegue a maturidade a troco de nada, e os problemas tem papel fundamental para que possamos atingir uma maturidade ideal. Concordo que as vezes enfrentamos adversidades terríveis, ao ponto de acharmos que vamos perecer, morrer. Mas quando tudo parece estar perdido Deus aparece e nos salva, e conforta o nosso coração trazendo paz e renovando nossas esperanças. Como diz o ditado: “DEUS APERTA, MAS NÃO INFORCA” Ele permite que passamos por adversidades, lutas, dificuldades, mas quando já não suportamos, Ele surge com o livramento. Tudo isso acontece para que venhamos aprender lições preciosas para nossas vidas, que nos ajudarão na nossa maturidade. Pessoalmente tenho aprendido as seguintes lições quando me deparo com as dificuldades:
I - TODAS AS AFLIÇÕES TÊM UM PROPÓSITO DIVINO.
No caso de Paulo, Deus não estava disciplinando-o (HB 12:1-10), nem
aperfeiçoando-o (1Pe 1:6-8), Deus, na verdade estava protegendo-o. Deus
sabia que ele poderia tornar-se orgulhoso.
II - DEUS EQUILIBRA BÊNÇÃOS COM PROVAÇÕES.
Nosso Deus é o Deus do equilíbrio. Ele equilibra o dia e a noite, as
estações, nosso planeta. Conosco, Ele faz da mesma forma. À medida que, Ele
nos abençoa, lança algumas provações para não perdemos a dependência dEle.
Foi isso o que Deus fez com Paulo. (vs. 7) Alguém disse:
III - BÊNÇÃOS ESPIRITUAIS TRANSCENDEM BÊNÇÃOS FÍSICAS.
O maior milagre que Deus operou em Paulo, não foi sua cura física, mas a
forma que ele olhava para sua dificuldade. Deus não transformou seu físico,
e sim sua mente. Paulo, então, pode aceitar, compreender, e, até, se gloriar
em suas dificuldades.
Paulo chegou a pedir que Deus tirasse o espinho. Deus respondeu "a minha
graça te basta". Deus nos dá a graça para superarmos, aceitarmos e
agradecermos por nossas dificuldades.
IV - DIFICULDADES NÃO SÃO BARREIRAS PARA SERVIRMOS A DEUS.
Paulo poderia ter raciocinado que não teria condições de realizar seu
ministério por causa de sua doença. Ele não pensou assim. Por causa disso o
mundo foi influenciado por um poderoso testemunho.
A história está repleta de exemplos desse tipo:
a) Jacó ficou coxo após o encontro com o anjo, e, isso não prejudicou seu
serviço a Deus
b) David Brainer, pregador entre os índios, dizia que por onde ele andava
ficava um rastro de sangue, oriundo de seu problema pulmonar. Nunca deixou
de fazer o trabalho de Deus.
c) Robert McCheine, pastor presbiteriano, tinha um problema de coração muito
avançado, não podia fazer muita força, para não morrer. Nunca deixou de ser
um pregador.
d) Amy Carimchael, escritora cujos livros edificaram a vida de centenas de
pessoas, passou quase uma vida toda deitada na cama.
V - DEUS ESTA COMIGO NA MINHA ADVERSIDADE
Uma da coisas mais bonitas da Bíblia, é que Deus se faz presente no dia da angustia ou no dia da tristeza. as vezes no momento diante da dor, muitas vezes somos tentados a pensar que Deus não está vendo. mas o que a bíblia mais ensina, e que ele está perto. podemos ver isso na vida de José do egito."O Senhor era com José" na história dos doi caminhantes pela estrada de emaús, tristes e caminhando sem rumo, e neste momento Jesus se achega a eles. Não sei o momento de tribulção pelo qual o você atravessa, mais uma coisa tenho a lhe dizer:" O senhor, é contigo " e ele te sustentará.
CONCLUSÃO: Persista sempre, não desista!
Se te derem mil motivos para chorar,
Mostre a eles que você têm mil e um motivos para sorrir!
Tudo na vida têm os dois lados da moeda.
Um dia choramos...outro dia sorrimos
Um dia perdemos...outro dia ganhamos
A vida é como se fosse um campo com arquibancadas; ou você interage e vai para o campo, e lá você pode perder ou ganhar, chorar ou sorrir. Mas pelo menos você estará vivendo e aprendendo com aquele momento. Ou você pode ficar apenas observando a vida passar.
O tempo não para amiga(o), a escolha é sua.
A adversidade leva alguns a serem vencidos e outros a baterem recordes. (William Arthur Ward)
“O CHORO PODE DURAR UMA NOITE INTEIRA, MAS A ALEGRIA VEM AO AMANHECER.”
SE A SUA VIDA ASSEMELHA-SE A UMA NOITE ESCURA E SE OS PROBLEMAS PARECEM SEM SOLUÇÃO,
TENHA FÉ E CREIA QUE LOGO COMEÇARÃO A SURGIR OS PRIMEIROS RAIOS DE LUZ DO DIA TRAZENDO O CUMPRIMENTO DA PROMESSA DO SENHOR PARA VOCÊ: VITÓRIA!
"NUNCA HOUVE UMA NOITE OU UM PROBLEMA QUE PUDESSE ANULAR O AMANHECER OU A ESPERANÇA."
(Bern Williams)
APRENDEMOS A SERMOS MADUROS ATRAVEZ DAS ADVERSIDADES
Ninguém gosta de passar por dificuldades, mas infelizmente as dificuldades além de fazer parte da natureza humana, elas são necessárias para o nosso crescimento espiritual e humano. Não se consegue a maturidade a troco de nada, e os problemas tem papel fundamental para que possamos atingir uma maturidade ideal. Concordo que as vezes enfrentamos adversidades terríveis, ao ponto de acharmos que vamos perecer, morrer. Mas quando tudo parece estar perdido Deus aparece e nos salva, e conforta o nosso coração trazendo paz e renovando nossas esperanças. Como diz o ditado: “DEUS APERTA, MAS NÃO INFORCA” Ele permite que passamos por adversidades, lutas, dificuldades, mas quando já não suportamos, Ele surge com o livramento. Tudo isso acontece para que venhamos aprender lições preciosas para nossas vidas, que nos ajudarão na nossa maturidade. Pessoalmente tenho aprendido as seguintes lições quando me deparo com as dificuldades:
I - TODAS AS AFLIÇÕES TÊM UM PROPÓSITO DIVINO.
No caso de Paulo, Deus não estava disciplinando-o (HB 12:1-10), nem
aperfeiçoando-o (1Pe 1:6-8), Deus, na verdade estava protegendo-o. Deus
sabia que ele poderia tornar-se orgulhoso.
II - DEUS EQUILIBRA BÊNÇÃOS COM PROVAÇÕES.
Nosso Deus é o Deus do equilíbrio. Ele equilibra o dia e a noite, as
estações, nosso planeta. Conosco, Ele faz da mesma forma. À medida que, Ele
nos abençoa, lança algumas provações para não perdemos a dependência dEle.
Foi isso o que Deus fez com Paulo. (vs. 7) Alguém disse:
III - BÊNÇÃOS ESPIRITUAIS TRANSCENDEM BÊNÇÃOS FÍSICAS.
O maior milagre que Deus operou em Paulo, não foi sua cura física, mas a
forma que ele olhava para sua dificuldade. Deus não transformou seu físico,
e sim sua mente. Paulo, então, pode aceitar, compreender, e, até, se gloriar
em suas dificuldades.
Paulo chegou a pedir que Deus tirasse o espinho. Deus respondeu "a minha
graça te basta". Deus nos dá a graça para superarmos, aceitarmos e
agradecermos por nossas dificuldades.
IV - DIFICULDADES NÃO SÃO BARREIRAS PARA SERVIRMOS A DEUS.
Paulo poderia ter raciocinado que não teria condições de realizar seu
ministério por causa de sua doença. Ele não pensou assim. Por causa disso o
mundo foi influenciado por um poderoso testemunho.
A história está repleta de exemplos desse tipo:
a) Jacó ficou coxo após o encontro com o anjo, e, isso não prejudicou seu
serviço a Deus
b) David Brainer, pregador entre os índios, dizia que por onde ele andava
ficava um rastro de sangue, oriundo de seu problema pulmonar. Nunca deixou
de fazer o trabalho de Deus.
c) Robert McCheine, pastor presbiteriano, tinha um problema de coração muito
avançado, não podia fazer muita força, para não morrer. Nunca deixou de ser
um pregador.
d) Amy Carimchael, escritora cujos livros edificaram a vida de centenas de
pessoas, passou quase uma vida toda deitada na cama.
V - DEUS ESTA COMIGO NA MINHA ADVERSIDADE
Uma da coisas mais bonitas da Bíblia, é que Deus se faz presente no dia da angustia ou no dia da tristeza. as vezes no momento diante da dor, muitas vezes somos tentados a pensar que Deus não está vendo. mas o que a bíblia mais ensina, e que ele está perto. podemos ver isso na vida de José do egito."O Senhor era com José" na história dos doi caminhantes pela estrada de emaús, tristes e caminhando sem rumo, e neste momento Jesus se achega a eles. Não sei o momento de tribulção pelo qual o você atravessa, mais uma coisa tenho a lhe dizer:" O senhor, é contigo " e ele te sustentará.
CONCLUSÃO: Persista sempre, não desista!
Se te derem mil motivos para chorar,
Mostre a eles que você têm mil e um motivos para sorrir!
Tudo na vida têm os dois lados da moeda.
Um dia choramos...outro dia sorrimos
Um dia perdemos...outro dia ganhamos
A vida é como se fosse um campo com arquibancadas; ou você interage e vai para o campo, e lá você pode perder ou ganhar, chorar ou sorrir. Mas pelo menos você estará vivendo e aprendendo com aquele momento. Ou você pode ficar apenas observando a vida passar.
O tempo não para amiga(o), a escolha é sua.
A adversidade leva alguns a serem vencidos e outros a baterem recordes. (William Arthur Ward)
“O CHORO PODE DURAR UMA NOITE INTEIRA, MAS A ALEGRIA VEM AO AMANHECER.”
SE A SUA VIDA ASSEMELHA-SE A UMA NOITE ESCURA E SE OS PROBLEMAS PARECEM SEM SOLUÇÃO,
TENHA FÉ E CREIA QUE LOGO COMEÇARÃO A SURGIR OS PRIMEIROS RAIOS DE LUZ DO DIA TRAZENDO O CUMPRIMENTO DA PROMESSA DO SENHOR PARA VOCÊ: VITÓRIA!
"NUNCA HOUVE UMA NOITE OU UM PROBLEMA QUE PUDESSE ANULAR O AMANHECER OU A ESPERANÇA."
(Bern Williams)
sexta-feira, 21 de março de 2008
O CASAMENTO NO SENHOR
O casamento no Senhor
A expressão casar-se no Senhor foi cunhada pelo Apóstolo Paulo em I Coríntios 7:39, referindo-se à mulher viúva, que é livre para casar-se com quem quiser, conquanto que seja no Senhor. O casamento só vale a pena se for no Senhor. Um cristão que não se casa no Senhor está correndo sérios riscos.
Não pense que comparecer a um templo evangélico e ter um pastor celebrando uma cerimônia perfaz um casamento no Senhor! Absolutamente, não. Há duas condições que possibilitam afirmar que um casamento foi constituído no Senhor.
1o. Quando os cônjuges têm os corações inclinados a obedecer a Deus.
Divórcio, infelizmente, é algo cada vez mais comum na sociedade. Não faltam opiniões para explicar este fato. Mas o que Jesus Cristo ensinou sobre a causa principal do divórcio? Basta lermos Mateus 19:8 Moisés, por causa da dureza dos vossos corações vos permitiu repudiar vossas mulheres... Observe: a falta de corações inclinados a obedecer a Deus resulta na falência dos relacionamentos conjugais!
Corações fechados para Deus impossibilitam Jesus de atuar no lar. O texto de Apocalipse 3:20 revela o apelo do Senhor em prol de que os crentes o recebam no íntimo de suas vidas. Crentes que somente vivem uma casca de religiosidade são incapazes de se casarem no Senhor.
Neste tipo de casamento, onde Deus atua, cada pessoa está preocupada em executar seu papel de acordo com os princípios estabelecidos pelo Criador. Basta verificar Colossenses 3 e o uso da expressão no Senhor pelo Apóstolo. Por exemplo, 3:18 Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor.
2o. Quando os cônjuges fazem do casamento uma oportunidade de servir melhor
Um casamento cristão significa a união de forças, de zelo, de cuidados em prol de uma vida cristã mais refinada. O personagem da parábola dos convidados para as bodas, em Lucas 14:20, que escusou-se dizendo Casei, portanto não posso ir, estava muitíssimo longe de ter um casamento no Senhor. Se o seu casamento priva-lo de servir ao seu Deus, por favor, não diga que o Senhor está neste negócio!
O texto de Eclesiastes 4:9 e 10 bem retrata os efeitos de um casamento ideal para um servo de Deus: Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro: mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Num casamento no Senhor há cuidado espiritual mútuo, edificação, ministração, e o resultado é indubitável.
A expressão casar-se no Senhor foi cunhada pelo Apóstolo Paulo em I Coríntios 7:39, referindo-se à mulher viúva, que é livre para casar-se com quem quiser, conquanto que seja no Senhor. O casamento só vale a pena se for no Senhor. Um cristão que não se casa no Senhor está correndo sérios riscos.
Não pense que comparecer a um templo evangélico e ter um pastor celebrando uma cerimônia perfaz um casamento no Senhor! Absolutamente, não. Há duas condições que possibilitam afirmar que um casamento foi constituído no Senhor.
1o. Quando os cônjuges têm os corações inclinados a obedecer a Deus.
Divórcio, infelizmente, é algo cada vez mais comum na sociedade. Não faltam opiniões para explicar este fato. Mas o que Jesus Cristo ensinou sobre a causa principal do divórcio? Basta lermos Mateus 19:8 Moisés, por causa da dureza dos vossos corações vos permitiu repudiar vossas mulheres... Observe: a falta de corações inclinados a obedecer a Deus resulta na falência dos relacionamentos conjugais!
Corações fechados para Deus impossibilitam Jesus de atuar no lar. O texto de Apocalipse 3:20 revela o apelo do Senhor em prol de que os crentes o recebam no íntimo de suas vidas. Crentes que somente vivem uma casca de religiosidade são incapazes de se casarem no Senhor.
Neste tipo de casamento, onde Deus atua, cada pessoa está preocupada em executar seu papel de acordo com os princípios estabelecidos pelo Criador. Basta verificar Colossenses 3 e o uso da expressão no Senhor pelo Apóstolo. Por exemplo, 3:18 Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor.
2o. Quando os cônjuges fazem do casamento uma oportunidade de servir melhor
Um casamento cristão significa a união de forças, de zelo, de cuidados em prol de uma vida cristã mais refinada. O personagem da parábola dos convidados para as bodas, em Lucas 14:20, que escusou-se dizendo Casei, portanto não posso ir, estava muitíssimo longe de ter um casamento no Senhor. Se o seu casamento priva-lo de servir ao seu Deus, por favor, não diga que o Senhor está neste negócio!
O texto de Eclesiastes 4:9 e 10 bem retrata os efeitos de um casamento ideal para um servo de Deus: Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro: mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Num casamento no Senhor há cuidado espiritual mútuo, edificação, ministração, e o resultado é indubitável.
Comunicação no casamento.
Comunicação no casamento.
“... falar a verdade, com espírito de amor” (Ef 4.14)
Esta lição tem por objetivo:
Mostrar a importância da comunicação no casamento, apontar razões porque essa comuinicação é tão difícil, expor o ensino bíblico a respeito e sugerir cuidados necessários.
Introdução.
Um dos problemas mais comuns no casamento é a falta de comunicação. Esta situação é um produto da sociedade moderna. As crianças crescem em lares onde praticamente não há qualquer comunicação construtiva. As famílias, quando se reúnem, o fazem para ver televisão, até mesmo durante as refeições. E se alguém ousa dizer alguma coisa, os outros reagem, irritados: “Cale a boca!” Muitas famílias têm uma televisão em cada quarto. Cada um pode ver o que quer “sem ninguém para atrapalhar”. A comunicação inexiste!
Um outro fator que têm contribuído para a falta de comunicação no lar é essa nossa tendência para impedir que crianças expressem seus verdadeiros sentimentos. Achamos que a aceitabilidade social é mais importante que a livre expressão dos pensamentos. Se, por exemplo, uma criança faz uma observação embaraçosa, a mãe a repreende, dizendo: “Júnior, nunca diga isto outra vez. O que as pessoas vão pensar?” Certamente, é preciso considerar o sentimento e as reações das outras pessoas; porém, essa preocupação excessiva dos pais com as opiniões alheias restringe a espontaneidade dos próprios filhos; ele aprenderão a guardar para si mesmos os seus pensamentos e sentimentos.
A criança cresce... torna-se adulto, entra para o mundo competitivo do trabalho. Poucas pessoas se importam com verdadeiros pensamentos e sentimentos delas; o que conta é o desempenho, a produtividade. O funcionário percebe que, se disser o que sente, poderá perder o emprego! Melhor é não dizer nada... E ninguém conhece ninguém, de fato!.
Então, acontece o inevitável: esse indivíduo se sente atraído por uma pessoa do sexo oposto. Começa a falar, a se abrir, a compartilhar os sentimentos. O namorado ou namorada faz o mesmo. É uma experiência maravilhosa, para ambos. Por fim eles têm os ouvidos um do outro, e se aceitam como são, de verdade. Descobrem que têm muito em comum e que foram “feitos um para o outro”. Casam-se… A comunicação flui maravilhosa!
Porém, com o passar do tempo, eles têm cada vez menos o que dizer um com o outro... A vida conjugal vai se tornando uma rotina. A comunicação vai ficando difícil. Acontece ainda, mas com esforço. Logo os dois estão se desentendendo... Começam as críticas, as acusações, as queixas... Nem um nem outro pode dizer o que realmente pensa ou sente. Às vezes, um deles tenta. Mas o outro entende tudo errado, ou não responde. Não há diálogo! Não há comunicação! Apenas superficialidades... e televisão!
A mulher reclama para o pastor ou para as amigas: “Ele nunca me diz nada...”, “Ele nem sei porque ele está chegando tão tarde do trabalho...”. E o marido: “Minha mulher não quer conversar...”, “Eu não sei o que ela realmente pensa...”
Você sabia que a Bíblia tem muito a nos dizer sobre comunicação? Vamos ver porque a comunicação é tão difícil.
1. A comunicação é difícil por causa da nossa natureza pecaminosa.
Em primeiro lugar, a Bíblia nos diz porque é tão difícil nos comunicarmos, até mesmo com os nossos queridos. Veja Jr 17.9:
· Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Revista e Atualizada)
· Quem pode entender o coração humano? Não há nada que engane tanto como ele; está doente demais para ser curado.” (Na Linguagem de Hoje)
Desde a queda (primeiro pecado humano), o coração do homem é desesperadamente enganoso e corrupto. O coração, neste sentido figurado, é a natureza interior, com seus pensamentos e sentimentos. Jesus disse: “... como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12.34). Há aqueles que não falam porque temem expor sua natureza pecaminosa. Outros não ligam... e falam coisas más. De qualquer modo, a comunicação fica muito prejudicada.
· O cônjuge que teme expor sua natureza pecaminosa precisa saber que o outro está na mesma situação. Ambos precisam admitir sinceramente que são pecadores, que têm fraquezas e cometem erros. Então, em separado ou juntos, devem confessar seus pecados a Deus e receber o Seu perdão gracioso (I Jo 1.7,9). Este desabafo seguido de confissão e perdão fará muito bem a ambos... e à comunicação. Os cônjuges não têm porque esconder as próprias fraquezas, hipocritamente. E não têm nenhum direito de julgar e condenar um ao outro.
· O cônjuge que não liga, que não está nem aí para o que o outro pensa de suas palavras e atitudes, precisa reconhecer que isto é um tremendo egoísmo. O outro reage com as mesmas palavras duras, feias e ofensivas ou fica calado, triste, magoado. O cônjuge que não liga deve se colocar no lugar do outro e honestamente imaginar como se sentiria se o outro lhe falasse do mesmo modo. Este pecado também precisa ser confessado e perdoado.
2. A comunicação é difícil por que os cônjuges têm medo da reação um do outro.
As pessoas geralmente reagem mal quando alguém aponta seus defeitos ou falhas. Algumas reagem com uma explosão, como um vulcão em erupção; outras dão o troco, e criticam também; outras reagem com cinismo e indiferença; outras se desmancham em lágrimas; e ainda outras ficam de cara fechada, sem nada dizer...
Se um cônjuge faz alguma observação que julga necessária e o outro reage com uma dessas atitudes, a tendência é não dizer mais nada... Estas reações são desagradáveis, e podem piorar... “Melhor é deixar as coisas como estão!”
A próxima vez que você quiser saber por que seu cônjuge não fala mais com você (se for o caso), pergunte-se primeiro como você reagiu quando ele(ela) lhe confessou alguma coisa pessoal ou lhe disse que não gostou de alguma coisa que você fez.
A correção bíblica para esta espécie de dificuldade na comunicação do casal é Ef 4.31-32.
Quando seu cônjuge lhe abrir o coração para compartilhar preocupações, angústias ou tentações, e você se sentir tentado a não ligar ou a condená-lo, ore antes de responder! Peça a Deus que o(a) ajude a compreender o seu cônjuge, dar-lhe atenção e uma resposta inteligente, simpática, delicada, amorosa, construtiva.
Adote como norma nunca levantar a sua voz para o seu cônjuge. Pv 15.1 - “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.” (Revista e Atualizada). “A resposta delicada acalma o furor, mas a palavra dura aumenta a raiva” (Linguagem de Hoje). Os termos “branda” ou “delicada” não se referem apenas ao volume da voz, mas também à empatia. Palavras “brandas” ou “delicadas” são como um balde de água fria no fogo da raiva. Palavras “duras” são gasolina.
3. A comunicação é difícil porque os cônjuges, às vezes, usam indevidamente as informações ou confissões um do outro.
Algumas pessoas adoram desenterrar defuntos, trazer à tona questões antigas, principal-mente quando se desentendem com os envolvidos. Lamentavelmente, isto é comum entre marido e mulher. Basta um desentendimento, e lá vem a lembrança… Isto é uma tremenda barreira para a comunicação. Leia Pv 17.9.
No texto já citado de Ef 4.32 temos esta recomendação: “... perdoem uns aos outros assim como Deus, por meio de Cristo, perdoou vocês” (Linguagem de Hoje). Há quem diga: “Mas eu já perdoei. Eu só não posso esquecer!” Será que perdoou? É possível perdoar e realmente não esquecer o ocorrido; mas quem perdoa não lembra com mágoa, ainda ressentido e cobrando. O assunto está resolvido. É só uma história passada. É assim que Deus perdoa. Veja Jr 31. 34 e Sl 103.12
4. Uma boa comunicação é possível, mediante certos cuidados...
Para um casamento dar certo e ser feliz, os cônjuges precisam se conhecer, saber exatamente o que o outro pensa e como se sente em cada situação. E isto só é possível se as linhas de comunicação permanecerem abertas.
Maridos e esposas pensam, às vezes, erradamente, que a melhor alternativa para uma palavra ou argumento aborrecido do cônjuge é o silêncio. Só que este silêncio pode ser estressante a ponto de levá-los para o hospital, e geralmente enfurece o cônjuge ainda mais. Melhor do que o silêncio, no caso, é “falar a verdade com espírito de amor” (Ef 4.15, Biblia na Linguagem de Hoje). Vamos refletir um pouco sobre esta frase.
(a) “Falar a verdade”. O relacionamento conjugal feliz envolve absoluta hones-tidade acerca dos temores, desejos, motivações, sexo, dinheiro, fraquezas, enganos, ressentimentos e incompreensões. Muitos problemas conjugais seriam resolvidos se marido e mulher fossem honestos um com o outro. Alguns não falam dos seus problemas com o cônjuge para não preocupá-lo ou aborrecê-lo. Porém, deste modo, deixam o cônjuge fora de sua vida, e a implicação é que não confiam nele, não acreditam que ele tenha suficiente maturidade emocional e espiritual para lidar com a questão e ajudar.
Você tem necessidades que seu cônjuge não poderia atender? Você tem vergonha de admitir sua fraqueza ou necessidade? Não será por orgulho? Cuidado! Necessidades reais não atendidas, tensões e ressentimentos abafados por longo tempo provocam crises maiores... E você precisará de ajuda profissional. É um preço muito alto que se paga por não falar a verdade!
(b) “Falar a verdade com espírito de amor”. A verdade às vezes é cruel. Por isso mesmo precisa ser dita com espírito de amor. Isto envolve consideração para com a outra pessoa. Coisas brutais têm sido ditas por um cônjuge ao outro, em nome da honestidade, quando o motivo oculto era uma tremenda consciência de culpa.
(c) Falar a verdade na hora certa. Isto não está neste versículo de Efésios, mas está noutras passagens bíblicas. Veja Pv 25.11 e Pv 15.23. Geralmente, é bom esperar passar a hora do almoço ou do jantar para discutir questões controvertidas ou desagradáveis. Algumas vezes é melhor esperar até de manhã, especialmente se o cônjuge teve um dia difícil.
Se você acha que precisa falar com o seu cônjuge sobre alguma que ele fez ou deixou de fazer erradamente, ore sobre isto antes de discutir o assunto com ele. Pode ser que Deus lhe mostre que você também está errado e precisa se corrigir primeiro. Então, se o Senhor lhe der liberdade ou convicção para falar sobre o assunto com seu cônjuge, comece com uma palavra de apreciação sincera; depois, diga o que Deus pôs no seu coração, o que você sente, mas de uma maneira clara, agradável, construtiva e positiva. “As palavras bondosas são como o mel: doces para o paladar, boas para a saúde” (Pv 16.24). Veja também Gl 6.1.
(d) Outros cuidados.
· Evite generalizações. “Você nunca me ouve!”, “Você sempre me interrompe!” Tais generalizações raramente são verdadeiras.
· Evite discutir com o seu cônjuge na presença de terceiros, principalmente dos filhos.
· Já falamos do silêncio que aborrece, que irrita e até ofende. Por outro lado, é preciso saber parar de falar. O sábio Salomão escreveu: “Tudo neste mundo tem o seu tempo... Há tempo de ficar calado e tempo de falar” (Ec 7.1,7). Seu cônjuge talvez não queira abrir o coração nesse tempo que você improvisou ou separou para conversar... Talvez ele tenha algo importante a lhe dizer, mas num outro tempo, um tempo maior, mais tranqüilo, quando você puder ouvi-lo sem olhar para o relógio... ou para a televisão.
Conclusão.
Re-estude esta lição em casa, preferentemente com o seu cônjuge. Reflitam os dois sobre a importância e as dificuldades da comunicação no casamento; discutam sobre as soluções bíblicas e os cuidados necessários para uma comunicação sadia, amorosa, construtiva. E não se esqueça: O segredo é falar a verdade com espírito de amor, na hora certa, no lugar certo, da maneira certa. E que Deus nos ajude.
“... falar a verdade, com espírito de amor” (Ef 4.14)
Esta lição tem por objetivo:
Mostrar a importância da comunicação no casamento, apontar razões porque essa comuinicação é tão difícil, expor o ensino bíblico a respeito e sugerir cuidados necessários.
Introdução.
Um dos problemas mais comuns no casamento é a falta de comunicação. Esta situação é um produto da sociedade moderna. As crianças crescem em lares onde praticamente não há qualquer comunicação construtiva. As famílias, quando se reúnem, o fazem para ver televisão, até mesmo durante as refeições. E se alguém ousa dizer alguma coisa, os outros reagem, irritados: “Cale a boca!” Muitas famílias têm uma televisão em cada quarto. Cada um pode ver o que quer “sem ninguém para atrapalhar”. A comunicação inexiste!
Um outro fator que têm contribuído para a falta de comunicação no lar é essa nossa tendência para impedir que crianças expressem seus verdadeiros sentimentos. Achamos que a aceitabilidade social é mais importante que a livre expressão dos pensamentos. Se, por exemplo, uma criança faz uma observação embaraçosa, a mãe a repreende, dizendo: “Júnior, nunca diga isto outra vez. O que as pessoas vão pensar?” Certamente, é preciso considerar o sentimento e as reações das outras pessoas; porém, essa preocupação excessiva dos pais com as opiniões alheias restringe a espontaneidade dos próprios filhos; ele aprenderão a guardar para si mesmos os seus pensamentos e sentimentos.
A criança cresce... torna-se adulto, entra para o mundo competitivo do trabalho. Poucas pessoas se importam com verdadeiros pensamentos e sentimentos delas; o que conta é o desempenho, a produtividade. O funcionário percebe que, se disser o que sente, poderá perder o emprego! Melhor é não dizer nada... E ninguém conhece ninguém, de fato!.
Então, acontece o inevitável: esse indivíduo se sente atraído por uma pessoa do sexo oposto. Começa a falar, a se abrir, a compartilhar os sentimentos. O namorado ou namorada faz o mesmo. É uma experiência maravilhosa, para ambos. Por fim eles têm os ouvidos um do outro, e se aceitam como são, de verdade. Descobrem que têm muito em comum e que foram “feitos um para o outro”. Casam-se… A comunicação flui maravilhosa!
Porém, com o passar do tempo, eles têm cada vez menos o que dizer um com o outro... A vida conjugal vai se tornando uma rotina. A comunicação vai ficando difícil. Acontece ainda, mas com esforço. Logo os dois estão se desentendendo... Começam as críticas, as acusações, as queixas... Nem um nem outro pode dizer o que realmente pensa ou sente. Às vezes, um deles tenta. Mas o outro entende tudo errado, ou não responde. Não há diálogo! Não há comunicação! Apenas superficialidades... e televisão!
A mulher reclama para o pastor ou para as amigas: “Ele nunca me diz nada...”, “Ele nem sei porque ele está chegando tão tarde do trabalho...”. E o marido: “Minha mulher não quer conversar...”, “Eu não sei o que ela realmente pensa...”
Você sabia que a Bíblia tem muito a nos dizer sobre comunicação? Vamos ver porque a comunicação é tão difícil.
1. A comunicação é difícil por causa da nossa natureza pecaminosa.
Em primeiro lugar, a Bíblia nos diz porque é tão difícil nos comunicarmos, até mesmo com os nossos queridos. Veja Jr 17.9:
· Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Revista e Atualizada)
· Quem pode entender o coração humano? Não há nada que engane tanto como ele; está doente demais para ser curado.” (Na Linguagem de Hoje)
Desde a queda (primeiro pecado humano), o coração do homem é desesperadamente enganoso e corrupto. O coração, neste sentido figurado, é a natureza interior, com seus pensamentos e sentimentos. Jesus disse: “... como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12.34). Há aqueles que não falam porque temem expor sua natureza pecaminosa. Outros não ligam... e falam coisas más. De qualquer modo, a comunicação fica muito prejudicada.
· O cônjuge que teme expor sua natureza pecaminosa precisa saber que o outro está na mesma situação. Ambos precisam admitir sinceramente que são pecadores, que têm fraquezas e cometem erros. Então, em separado ou juntos, devem confessar seus pecados a Deus e receber o Seu perdão gracioso (I Jo 1.7,9). Este desabafo seguido de confissão e perdão fará muito bem a ambos... e à comunicação. Os cônjuges não têm porque esconder as próprias fraquezas, hipocritamente. E não têm nenhum direito de julgar e condenar um ao outro.
· O cônjuge que não liga, que não está nem aí para o que o outro pensa de suas palavras e atitudes, precisa reconhecer que isto é um tremendo egoísmo. O outro reage com as mesmas palavras duras, feias e ofensivas ou fica calado, triste, magoado. O cônjuge que não liga deve se colocar no lugar do outro e honestamente imaginar como se sentiria se o outro lhe falasse do mesmo modo. Este pecado também precisa ser confessado e perdoado.
2. A comunicação é difícil por que os cônjuges têm medo da reação um do outro.
As pessoas geralmente reagem mal quando alguém aponta seus defeitos ou falhas. Algumas reagem com uma explosão, como um vulcão em erupção; outras dão o troco, e criticam também; outras reagem com cinismo e indiferença; outras se desmancham em lágrimas; e ainda outras ficam de cara fechada, sem nada dizer...
Se um cônjuge faz alguma observação que julga necessária e o outro reage com uma dessas atitudes, a tendência é não dizer mais nada... Estas reações são desagradáveis, e podem piorar... “Melhor é deixar as coisas como estão!”
A próxima vez que você quiser saber por que seu cônjuge não fala mais com você (se for o caso), pergunte-se primeiro como você reagiu quando ele(ela) lhe confessou alguma coisa pessoal ou lhe disse que não gostou de alguma coisa que você fez.
A correção bíblica para esta espécie de dificuldade na comunicação do casal é Ef 4.31-32.
Quando seu cônjuge lhe abrir o coração para compartilhar preocupações, angústias ou tentações, e você se sentir tentado a não ligar ou a condená-lo, ore antes de responder! Peça a Deus que o(a) ajude a compreender o seu cônjuge, dar-lhe atenção e uma resposta inteligente, simpática, delicada, amorosa, construtiva.
Adote como norma nunca levantar a sua voz para o seu cônjuge. Pv 15.1 - “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.” (Revista e Atualizada). “A resposta delicada acalma o furor, mas a palavra dura aumenta a raiva” (Linguagem de Hoje). Os termos “branda” ou “delicada” não se referem apenas ao volume da voz, mas também à empatia. Palavras “brandas” ou “delicadas” são como um balde de água fria no fogo da raiva. Palavras “duras” são gasolina.
3. A comunicação é difícil porque os cônjuges, às vezes, usam indevidamente as informações ou confissões um do outro.
Algumas pessoas adoram desenterrar defuntos, trazer à tona questões antigas, principal-mente quando se desentendem com os envolvidos. Lamentavelmente, isto é comum entre marido e mulher. Basta um desentendimento, e lá vem a lembrança… Isto é uma tremenda barreira para a comunicação. Leia Pv 17.9.
No texto já citado de Ef 4.32 temos esta recomendação: “... perdoem uns aos outros assim como Deus, por meio de Cristo, perdoou vocês” (Linguagem de Hoje). Há quem diga: “Mas eu já perdoei. Eu só não posso esquecer!” Será que perdoou? É possível perdoar e realmente não esquecer o ocorrido; mas quem perdoa não lembra com mágoa, ainda ressentido e cobrando. O assunto está resolvido. É só uma história passada. É assim que Deus perdoa. Veja Jr 31. 34 e Sl 103.12
4. Uma boa comunicação é possível, mediante certos cuidados...
Para um casamento dar certo e ser feliz, os cônjuges precisam se conhecer, saber exatamente o que o outro pensa e como se sente em cada situação. E isto só é possível se as linhas de comunicação permanecerem abertas.
Maridos e esposas pensam, às vezes, erradamente, que a melhor alternativa para uma palavra ou argumento aborrecido do cônjuge é o silêncio. Só que este silêncio pode ser estressante a ponto de levá-los para o hospital, e geralmente enfurece o cônjuge ainda mais. Melhor do que o silêncio, no caso, é “falar a verdade com espírito de amor” (Ef 4.15, Biblia na Linguagem de Hoje). Vamos refletir um pouco sobre esta frase.
(a) “Falar a verdade”. O relacionamento conjugal feliz envolve absoluta hones-tidade acerca dos temores, desejos, motivações, sexo, dinheiro, fraquezas, enganos, ressentimentos e incompreensões. Muitos problemas conjugais seriam resolvidos se marido e mulher fossem honestos um com o outro. Alguns não falam dos seus problemas com o cônjuge para não preocupá-lo ou aborrecê-lo. Porém, deste modo, deixam o cônjuge fora de sua vida, e a implicação é que não confiam nele, não acreditam que ele tenha suficiente maturidade emocional e espiritual para lidar com a questão e ajudar.
Você tem necessidades que seu cônjuge não poderia atender? Você tem vergonha de admitir sua fraqueza ou necessidade? Não será por orgulho? Cuidado! Necessidades reais não atendidas, tensões e ressentimentos abafados por longo tempo provocam crises maiores... E você precisará de ajuda profissional. É um preço muito alto que se paga por não falar a verdade!
(b) “Falar a verdade com espírito de amor”. A verdade às vezes é cruel. Por isso mesmo precisa ser dita com espírito de amor. Isto envolve consideração para com a outra pessoa. Coisas brutais têm sido ditas por um cônjuge ao outro, em nome da honestidade, quando o motivo oculto era uma tremenda consciência de culpa.
(c) Falar a verdade na hora certa. Isto não está neste versículo de Efésios, mas está noutras passagens bíblicas. Veja Pv 25.11 e Pv 15.23. Geralmente, é bom esperar passar a hora do almoço ou do jantar para discutir questões controvertidas ou desagradáveis. Algumas vezes é melhor esperar até de manhã, especialmente se o cônjuge teve um dia difícil.
Se você acha que precisa falar com o seu cônjuge sobre alguma que ele fez ou deixou de fazer erradamente, ore sobre isto antes de discutir o assunto com ele. Pode ser que Deus lhe mostre que você também está errado e precisa se corrigir primeiro. Então, se o Senhor lhe der liberdade ou convicção para falar sobre o assunto com seu cônjuge, comece com uma palavra de apreciação sincera; depois, diga o que Deus pôs no seu coração, o que você sente, mas de uma maneira clara, agradável, construtiva e positiva. “As palavras bondosas são como o mel: doces para o paladar, boas para a saúde” (Pv 16.24). Veja também Gl 6.1.
(d) Outros cuidados.
· Evite generalizações. “Você nunca me ouve!”, “Você sempre me interrompe!” Tais generalizações raramente são verdadeiras.
· Evite discutir com o seu cônjuge na presença de terceiros, principalmente dos filhos.
· Já falamos do silêncio que aborrece, que irrita e até ofende. Por outro lado, é preciso saber parar de falar. O sábio Salomão escreveu: “Tudo neste mundo tem o seu tempo... Há tempo de ficar calado e tempo de falar” (Ec 7.1,7). Seu cônjuge talvez não queira abrir o coração nesse tempo que você improvisou ou separou para conversar... Talvez ele tenha algo importante a lhe dizer, mas num outro tempo, um tempo maior, mais tranqüilo, quando você puder ouvi-lo sem olhar para o relógio... ou para a televisão.
Conclusão.
Re-estude esta lição em casa, preferentemente com o seu cônjuge. Reflitam os dois sobre a importância e as dificuldades da comunicação no casamento; discutam sobre as soluções bíblicas e os cuidados necessários para uma comunicação sadia, amorosa, construtiva. E não se esqueça: O segredo é falar a verdade com espírito de amor, na hora certa, no lugar certo, da maneira certa. E que Deus nos ajude.
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