ANALISANDO A PASSAGEM DE 1 PEDRO 3.19 CRISTO FOI NO INFERNO?
• EXISTE QUATRO POSIÇÕES SOBRE O TEXTO ACIMA MENCIONADO, VAMOS CONSIDERAR CADA UMA PROCURANDO ANALISAR SUAS BASES BÍBLICAS E FRAQUEZA DA POSIÇÃO.
1. ALGUNS DEFENDEM QUE CRISTO QUANDO ESTEVE SEPULTADO, FOI AO INFERNO PARA PREGAR AOS SANTOS DO ANTIGO TESTAMENTO.
• BASE BÍBLICA:
1.1. Usam Efésios 4.8,9 para apoiar sua defesa dizendo que Cristo foi resgatar os santos do antigo testamento que estavam em um compartimento do hades, esperando a vitória de Cristo.
1.2. Usam 1 Pedro 3.19-20 para dizer que Cristo pregou aos santos do antigo testamento. E tentam apoiar 1 Pedro 4.6 para dizer que a pregação foi dirigida a mortos.
1.3. Usam Lucas 16.19-31 para defender os dois compartimentos do hades, um ocupado pelos salvos representados pelo (paraíso) onde estavam os santos do antigo testamento e o outro (inferno) lugar de tormento para todos os ímpios do antigo testamento.
1.4. Usam 1 Pedro 4.6 na tentativa de apoiar a descida de Cristo ao inferno.
• FRAQUEZA DA POSIÇÃO:
1.1. 1 Pe 3.19-20 o contexto da passagem fala de uma pregação aos ímpios do antigo testamento na época de Noé, e não aos crentes(santos do antigo testamento). O texto ainda se refere a essas pessoas como desobedientes a pregação, (Confira 2 Pedro 2.5). Não podemos dizer que os santos do antigo testamento foram desobedientes, uma vez que são os nossos modelos de exemplo de fé e de conduta, é só olhar Hebreus 12, a galeria dos heróis da fé.
1.2. 1 Pe 4.6 não estar dizendo que os mortos ali eram os santos do antigo testamento por alguns motivos: 1. Se refere a cristãos já falecidos, o evangelho foi pregado àqueles mártires agora mortos; 2. Eles foram julgados na carne e condenados ao martírio segundo padrões humanos de justiça; 3. Mas estão vivos espiritualmente depois da morte. Será que esse versículo significa que Cristo foi ao inferno e pregou o evangelho aos que haviam morrido? Eu entendo que não. O cerne da questão está na finalidade deste tipo de pregação. Para que o evangelho foi pregado também aos mortos? Por causa do julgamento final. O que Pedro está fazendo é consolando aos crentes quanto àqueles que já haviam morrido. Talvez perguntassem; “Que benefício o evangelho lhes trouxe, uma vez que morreram?” Aí Pedro responde: O evangelho não era para salva-los da morte física (eles foram “julgados na carne segundo os homens”); mas o evangelho irá salvá-los do julgamento final ( para que viam no espírito segundo Deus”). Eles não ouviram o evangelho depois de mortos, mas enquanto vivos, embora agora estejam mortos na carne. A Nova Versão Internacional diz assim: “por este motivo, o evangelho foi pregado até aos que estão agora mortos”. Não é, portanto, convincente defender-se a descida de Cristo ao inferno com base nesta passagem.
1.3. A idéia de Cristo pregar no inferno para os santos do antigo testamento, é sem sentido, pois Ele poderia anunciar a sua vitória no céu, sem ser preciso Ter de ir ao inferno. Mesmo porque não temos nenhuma base para afirmarmos que santos vão para o inferno. A Bíblia deixa bem claro em muitas passagens que os santos do antigo testamento após a morte foram para o céu e não para o inferno. Em favor disso tem-se os seguintes argumentos. 1). Jesus afirmou que seu espírito estava indo direto para o céu, quando disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”(Lc 23.46). 2). Jesus prometeu ao ladrão na cruz: “Hoje estarás comigo no paraíso”(Lucas 23.43) “paraíso” é definido como sendo o terceiro céu em (2 Coríntios 12.2,4). 3). Quando os santos do antigo testamento deixaram a vida, foram diretamente para o céu. Deus tomou a Enoque para si(Gn 5,24; Cf Hb 11.5), e Elias foi tomado “ao céu” quando partiu(2Rs 2.1). Depois Ele e Moisés aparecem no monte da transfiguração(Mt 17.3). 4). “o seio de Abraão”(Lc 16.23) é uma descrição do céu. Em nenhum ponto ele é descrito como sendo o inferno. É o lugar para onde Abraão foi, que é o “reino de Deus”(Mt 8.11). 5). Antes da cruz, quando os santos do Antigo Testamento apareciam, era do céu que vinham, como aconteceu com Moisés no Monte da transfiguração(Mt 17.3). 5). Um outro fato importante é registrado no mesmo livro de Lucas, atestando claramente que os santos do antigo testamento(Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas) estariam no reino de Deus e não no inferno ou Hades. “E ele vos responderá: Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade. Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora.”(Lucas 13.27,28). Lucas afirma categoricamente que os santos estão no reino de Deus e não no inferno. Lucas jamais poderia se contradizer em suas palavras, falar em uma passagem uma coisa e desfazer o que disse em outra. Segunda a lei da interpretação da bíblia, uma verdade bíblica não pode entrar em choque com as Escrituras, é preciso estar em harmonia com toda a bíblia de Gênesis a Apocalipse.
1.4. A passagem de Lucas é usada para defender que tantos os santos como ímpios estavam no inferno. Isso fere totalmente as Escrituras, pois a mesma diz que Deus não pode punir o justo com o ímpio(Gênesis 18.25,26). Outro grande erro é afirmar que o hades era composto de dois compartimento, em quanto a Bíblia não diz nada disso. O que realmente é dito é o contrário, fala que o rico estava no hades, mas Lázaro estava no paraíso e não no mesmo lugar. Ainda é dito no mesmo texto que os dois estavam separados por um grande abismo, e que nenhum podia passar para lugares opostos. Portanto qualquer posição fora do relato bíblico é mera especulação, ponto de vista ou conjectura., e o crente não pode basear sua fé nessas coisas. Sem falar que não podemos formar uma doutrina em cima de tradições judaicas. Pois eles acreditavam que haviam antes da ressurreição de Cristo o inferno com dois compartimentos, um de horror e vergonha e outro de paz, sendo que ambos era no inferno. Isso é especulação, tradição e não se tem consistência alguma, a idéia de um lugar que se chama hades a onde crentes e descrentes iam após a morte, não é mencionado em nenhum das lugar das Escrituras
1.5. O contexto fala de uma pregação para ímpios e não para salvos, portanto não pode ser interpretada como sendo para os santos do antigo testamento, uma vez que todos são salvos. Ainda tem o agravante que diz que tais pessoas foram desobedientes a pregação, coisa essa que não aconteceu com os santos.
1.6. A passagem de Efésios 4.8,9 nunca faz menção para apoiar a ida de Cristo ao inferno, pelo contrário, essa passagem é uma citação do salmo 68.18 que apenas quer dizer que Cristo foi vitorioso sobre os nossos inimigos espirituais, tomando deles os despojos da batalha e concedendo dons aos crentes, e que estes, pelo uso desses dons, podem vencer os inimigos. Isso é claramente explicado pelo contexto histórico do salmo em referência. Tentar dizer que essa passagem diz respeito a ida de Cristo ao inferno para levar os santos do antigo testamento para o céu, é ser no mínimo desleal com a exegese do texto bíblico pelas seguintes razões: 1). A frase “desceu ao inferno” não constava do Credo Apostólico primitivo. Ela foi acrescentada somente no século IV depois de Cristo. Além disso, um credo como tal não é inspirado, mas apenas uma confissão humana de fé. 2). A expressão “até as regiões inferiores da terra” ou como existem em outras traduções ““até as regiões inferiores da terra” não é uma referência ao inferno, mas ao túmulo. Até mesmo o ventre de uma mulher é descrito como sendo “profundezas da terra”(Salmo 139.15). Essa expressão significa simplesmente covas, túmulos, lugares fechados na terra, em oposição as partes altas, como montanhas. Além disso, o inferno não se localiza nas partes mais baixas da terra, mas “debaixo da terra” (Fp 2.10). 3). Quando Cristo “levou cativo ao cativeiro”, Isso se refere claramente a escravos de guerra, vencidos nas batalhas, é uma referências a inimigos e não a amigos. Isso é uma alusão à derrota dos inimigos de Deus, sobretudo os poderes angelicais malignos. Esse versículo pode ser comparado com Col 2.15: “...despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz”. No salmo 68, citado por Paulo, há uma referencia aos inimigos cativos de Davi. Como antítipo, os inimigos de Cristo, o Filho de Davi, que são Satanás, a morte, a maldição e o pecado(ver Col 2.15 e 2 Pe 2.4), levados em procissão triunfal para sua condenação final(ver Apocalipse 10.10,14). Segundo a hermeneutica a bíblia tem apenas uma interpretação, usar a palavra “cativo” para dizer que se refere aos santos do antigo testamento, alegando que nós somos cativos, ou escravos de Cristo, é simplesmente ferir o princípio da hermeneutica bíblica. Pois tanto em Efésios como em Salmo 68, o cativo se trata de inimigos de guerra e não de santos do antigo testamento. Eu prefiro ficar as Escrituras e com as regras de interpretação bíblica.
2. ALGUNS ACREDITAM QUE CRISTO FOI AO INFERNO PARA PREGAR O EVANGELHO AO ÍMPIOS, COM O FIM DE DAR-LHES UMA SEGUNDA CHANCE DE ARREPENDIMENTO.
• BASE BÍBLICA:
1.1. Se apoiam no relato bíblico dos versículos 18,19,20, interpretando-os literalmente ao pé da letra.
• FRAQUEZA:
1.1. A Bíblia não apoia que o ímpio depois de morto possa Ter outra oportunidade de salvação. Tal verdade pode ser encontrada nas seguintes passagens(Lucas 12.20-21; 16.19-31; Hebreus 9.27).
1.2. Essa interpretação desconsidera todos os contextos(histórico/gramatical/textual/literário), como também a concordância de toda a Escritura de Gênesis a Apocalipse.
1.3. Sem falar na falta de uma base bíblica consistente a onde prove que Cristo de fato foi ao inferno. As razões que provam o contrário não vai ser preciso repetir uma vez, que já temos na posição anterior.
3. ALGUNS ACREDITAM QUE A IDA DE CRISTO AO INFERNO ERA NECESSÁRIA PARA PAGAR MEUS PECADOS. NESSE CASO NÃO FOI POR MEIO DO SACRIFICIO DE CRISTO NA CRUZ QUE FUI SALVO, MAS PELO SEU SOFRIMENTO NO INFERNO.
* BASES BÍBLICAS:
1.1. Usam Efésios 4.8,9 para apoiar que Cristo de fato foi ao inferno, pagar nossos
Pecados. Se apóiam também At 2.27 e Rm 10.6,7
1.2. Usam 1 Pedro 3.19-20 e 1 Pedro 4.6 para dizer a mesma coisa
1.3. Usam os sacrifícios do antigo testamento a onde o sacrifício deveria ser morto e
queimado completamente, para dizer que os tais representava Cristo e da mesma
forma que os animais do sacrifício eram mortos e queimados, assim Cristo precisa
ser morto e ter experimentado o fogo do inferno, para de fato ser o nosso redentor.
Levítico 3
• FRAQUEZAS:
1.1. Todas as passagens tantas do antigo como do novo testamente apresentam a Cruz de Cristo, como objeto de nossa redenção e não o inferno. Vejamos algumas:
1.1.1. A mensagem pregada era a da cruz e não do inferno(1 Cor 1.17,18; Gl 5.11; 6.12,14)
1.1.2. Fomos reconciliados pela cruz de Cristo e não por meio do inferno(Ef 2.16; Cl 1.20; 2.14)
1.1.3. Cristo sabendo que a Cruz era o ponto chave da nossa salvação, não desistiu, foi fiel até o fim(Fp 2.8; Hb 12.2)
1.1.4. O texto clássico que trata da paixão de Cristo no A.T, diz que Jesus levou nossos pecados sobre si na cruz do calvário e não no inferno(Isaías 53.1-13)
1.2. Jesus disse que estava consumado na cruz do calvário. Em outras palavras Jesus disse está pago, concluído. A palavra consumado em grego significava dizer “estar pago”. Se um preso fosse condenado pelo império romano, era colocado numa sela e em cima era colocado o motivo de sua prisão e os anos. Mas cumprida os anos ou o tempo marcado, a grade era aberta o preso solto e em cima era colocada a palavra, “esta consumado”. Isso significava dizer que ele era livre, não devia mais nada, a conta tinha sido pago. Foi o mesmo que Jesus fez, quando disse: “ESTA CONSUMADO”, foi na cruz que nossos pecados foram perdoados e não no inferno.
1.3. Um outro fator importante que determina a morte de Cristo na cruz, como instrumento de reconciliação é o derramamento de Sangue e não a ida ao inferno. Vejamos algumas passagens:
1.3.1. Fomos comprado pelo precioso sangue de Cristo(1 Pedro 1.18-19)
1.3.2. A igreja de Deus foi comprada com seu precioso sangue(Atos 20.18)
1.3.3. O sangue de Cristo firma uma nova aliança(Lucas 22.20)
1.3.4. A propriciação pelos pecados foram feitas através do Sangue de Cristo(Romanos 3.25)
1.3.5. Nossa justificação foi por meio do Sangue(Romanos 5.9)
1.3.6. A nossa redenção foi feita por meio de seu sangue(Ef 1.7; Cl 1.14)
1.3.7. A nossa reconciliação foi feita pelo sangue(Ef 2.13; Cl 2.14))
1.3.8. Hebreus 9,10 diz repetidamente que o sangue de Cristo nos salvou.
1.3.9. PERGUNTO: ONDE CRIOSTO DERAMOU, VERTEU SEU SANGUE? NA CRUZ OU NO INFERNO? Claro que foi na cruz.
1.4. Não existe nenhuma referencia bíblica que apóie tal posição, a mesma é baseada em simbolismo, figuras o que a hermenêutica bíblica nos adverte seriamente sobre os riscos de se fazer doutrina sobre as tais.
1.5. At 2:27 – Pedro, no dia de pentecostes, cita o Sl 16:10. o problema é que a versão de King James o verso diz: “porque não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção”. O termo hebraico é “sheol”- popularmente significa túmulo de morte. A Bíblia de Jerusalém traduz “Xeol”. A idéia é que Jeová prometeu e não deixaria o corpo do “teu Santo”, Jesus, na morte. Nessa promessa Davi poderia descansar.
1.6. Rm 10:6 e 7 – No contexto da passagem, o que Paulo este ensinando é que Cristo não está longe, mas perto daquele que o busca com fé. Confessando com a sua boca e crendo no coração (v. 9). Para isso, apresenta duas perguntas, com citações de Dt 30:13, que não devem ser feitas. São perguntas de incredulidade. Alguns argumentam que Paulo não faria essas perguntas, se não admitisse que fosse amplamente sabido que Cristo desceu “ao abismo”. Mesmo que isso fosse verdade, a Bíblia não insinua que Cristo foi ao inferno. Mas uma vez o grego não é “geena”, mas “abyssos” – usado na maioria das vezes na LXX como referência às profundezas do oceano ( Gn 1:2; 7:11; 8:2). Aqui a palavra “abismo” está em contraposição a “céu”, como no Sl 107:26. O sentido é de um lugar inatingível, inacessível a seres humanos. O sentido não é “quem encontrará Cristo num lugar de grande bênção (céu) ou em um lugar de grande punição (inferno)?” Mas, sim, “ que irá encontrar-se com Cristo num lugar inacessivelmente elevado (céu) ou num lugar inacessivelmente profundo (abismo)? Não se encontra nenhuma afirmação ou negação de “desceu ao inferno” nessa passagem.
1.7. TRÊS PALAVRAS DE JESUS – Nada melhor para desmascarar essa doutrina do que as palavras do próprio Jesus:
1.5.1 – Lc 23:43 – “hoje mesmo estarás comigo no paraíso” – depois da sua morte, a alma ou espírito de Cristo foi diretamente para o Pai, enquanto o corpo permanecia por três dias na morte.
1.5.2 – Jo 19:30 - “está consumado” – o sofrimento de Cristo terminou naquele momento.
1.5.3 – Lc 23:46 – “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”- Cristo esperava, corretamente, que seu sofrimento e separação estivessem chegado ao fim de imediato e que seu espírito fosse recepcionado no céu por Deus Pai.
4. ALGUNS ACREDITAM QUE ESSE VERSÍCULO DE 1 PEDRO 3.19 SEJA UMA REFERÊNCIA AO CRISTO PRÉ ENCARNADO PREGANDO ATRAVÉS DE NOÉ ÀQUELES QUE, POR TEREM REJEITADO SUA MENSAGEM, AGORA SÃO “ESPÍRITOS EM PRISÃO”
• BASES BÍBLICAS:
1.1. O Contexto do livro em si deixa claro que Cristo pregou aos contemporâneos de Noé. Em 1 Pedro 1.10-11 é dito que todos os “...profetas profetizaram acerca da graça, indicados pelo Espírito de Cristo, que neles estava...”. Logo se conclui, que Noé pregou aos seus contemporâneos no espírito de Cristo, ou seja, o Cristo pré encarnado pregava aquelas pessoas através de Noé.
1.2. A preposição “em” utilizada no versículo 19 sugere que tais pessoas estão em prisões devido recusarem a pregação(Confira 2 Pedro 2.4-5). E não que estavam presas quando ouviram o Evangelho, nesse caso teria que ser “na prisão” em vez de “em prisões”. Essa verdade é confirmada na Chave Lingüística do novo testamento grego(na página 563), quando se refere ao pronome relativo “espírito” o mesmo se refere ao estado ou circunstâncias, isto é “em cujo estado,” ou “sob tais circunstâncias”. O que vem só confirmar o que já tínhamos falado anteriormente, que a prisão foi o resultado deles não ouvirem o Evangelho.
1.3. Essa posição se harmoniza corretamente com a Bíblia, sem deixar nenhum problema para os que realmente são leais a interpretação das Escrituras. Ela não coloca Cristo e nem os salvos no inferno, pois tal afirmação contraria totalmente as Escrituras no seu todo.
• ARGUMENTAÇÕES:
Análise bíblica de 1Pedro 3: 18-20
1 Qual o significado das expressões "carne" e "espírito vivificado"?
Neste texto, Pedro está contrastando dois estados de existência de nosso Redentor.
1.1. O estado de limitação de Cristo.
"Na carne": este estado é a natureza humana de Cristo, 1Pe 4: 1; 1 Jo 4: 2; 2Jo 7; Jo 1: 14; 1Tm 3: 16, Rm 1: 3-4. A expressão "morto na carne" faz referência quando Jesus morreu e saiu do estado de fraqueza e de limitação.
1.2. O estado de não-limitação - "espírito vivificado". A expressão "vivificado no espírito" se refere à natureza divina de Jesus. Seu estado antes de sua encarnação. E foi neste estado que Ele pregou aos "espíritos em prisão".
Quando o texto fala que Jesus "vivificado em espírito foi e pregou, não está se referindo a um lugar depois de sua morte, mas onde Ele estava quando havia desobedientes dos tempos de Noé" (v. 20). Foi neste espírito que Ele pregou através dos profetas.
A palavra "também" do v. 19 mostra a ênfase do estado de limitação para o estado de não-limitação. Dito de outra forma: Cristo pregou quando estava em nosso meio, como homem (dias de Sua carne), mas também pregou como Divino (não-limitação) nos dias de Noé através dos profetas.
2. Quando Cristo pregou a mensagem ?
O ensino desta passagem não é o que Cristo fez entre a morte e a ressurreição, mas o que Ele fez no seu estado antes da Encarnação - estado não-limitado, no tempo de Noé, 1Pe 1: 8-12.
3. Qual o conteúdo da pregação? O que Cristo pregou?
2.3.1. Jesus pregou o evangelho aos contemporâneos de Noé. Espiritualmente, Cristo estava presente em Noé quando este era o "pregoeiro da justiça", 2Pe 2: 5. Em 1Pe 1: 10-11, o apóstolo mostra o evangelho sendo pregado pelos profetas. Noé certamente pregou aos seus contemporâneos o evangelho e convocou-os ao arrependimento.
4. Quem são estes "espíritos em prisão" a quem Cristo pregou?
A expressão "espíritos em prisão" se refere às pessoas que no tempo de Noé (noutro tempo) rejeitaram a sua pregação e que foram consideradas "espíritos em prisão", incapazes de fazer qualquer coisa que os deixassem livres. Permaneceram no cativeiro espiritual; permaneceram incrédulos quanto à mensagem pregada por Noé e na prisão de suas almas.
5. A explicação mais satisfatória é proposta por Agostinho:
a passagem não se refere a algo que Cristo fez na sua morte e ressurreição, mas ao que fez “no âmbito espiritual da existência (ou pelo Espírito), nos dias de Noé. Quando Noé estava construindo a arca, Cristo, em espírito, estava pregando por meio de Noé aos incrédulos em torno dele”.
Essa concepção ganha apoio em duas outras declarações de Pedro. Em I Pe 1:11 ele diz que o “espírito de Cristo” estava falando nos profetas do AT. Em II Pe :5 ele chama Noé de “pregador de justiça”. A raiz no grego é a mesma usada para Jesus “ pregando” aos espíritos em prisão.
Também ganha apoio quando olhamos essa concepção no contexto maior de I Pe 1:13 a 22 e fazendo uma comparação da situação dos dias de Noé e dos dias dos leitores de Pedro, concluímos que eram bastante parecidas:
NOÉ LEITORES DE PEDRO
Minoria injusta minoria injusta
Rodeados por incrédulos Rodeados por incrédulos
Hostis Hostis
O julgamento divino O julgamento divino pode vir logo(2 Pe 4.5,7; 3.10)
Noé testemunhou Deviam testemunhar
A usadia Pelo poder Com ousadia de Cristo
Por fim, Noé foi salvo Serão salvos no final ( I Pe 3:13, 14: 4:13; 5:10)
Concluímos, portanto, afirmando que:
1) Não aceitamos: Uma descida literal de Cristo ao Inferno, para resgatar os santos do Antigo testamento. Uma pregação ou proclamação da vitória de Cristo para os santos do antigo testamento. Uma segunda chance de salvação aos desobedientes após sua morte. Uma descida ao inferno para pagar, justificar nossos pecados.
2) Aceitamos: que Cristo esteve sempre presente tipologicamente no Antigo Testamento, pregando através dos profetas o Evangelho de Salvação.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
PR. MARCOS GLAYSON
AMIZADE PERDIDA
Como é triste perder uma grande amizade,
Ainda mais quando a mesma é tudo pra nós,
Parece que metade da gente se foi junto
Um vazio imenso toma conta do nosso coração.
É como me sinto atualmente, vivo pelos cantos chorando
Morrendo de saudades da amizade perdida,
Éramos unha e carne, manteiga e pão,
Uma mistura perfeita, harmonizada, feitos um para o outro
Ela me chamava de meu xodó, me tinha como perfeito
Eu também a admirava, gostava de seu jeito amigo e leal
Vivíamos muito bem, em pleno acordo, até que um dia
Depois de uma pisada na bola, tudo mudou de repente.
Isso foi o suficiente para a amizade partir, ir embora
Deixando um vazio tremendo dentro de mim,
Já não sou mais o mesmo, ela me levou o brilho
A vontade de viver, meu ânimo, minha alegria,
Quando passa por mim, faz de conta que não me conhece
Rir com todos, mas quando me aproxima, rir de mim
Faz questão de me evitar, não perdoa a minha insensatez
Não consegue olhar para mim como antes, o encanto acabou.
De xodó passei a ser um espantalho, alguém indesejável
Não se lembra dos bons momentos que juntos vivemos
A amizade perdida, não me admira mais como antes
Sou para ela um passado que não vale a pena ser lembrado.
Ela não sabe o quanto me maltrata, o quanto me fere
Seu desprezo me consome como câncer,
Não sei até quando poderei suportar tanta indiferença
A amizade perdida se foi para nunca mais voltar.
Às vezes me pego gritando o seu nome pelas ruas
Desesperado, como um louco, clamando em alta voz
Amizade perdida, voltes, não me desprezes, ta difícil sem você
Preciso desesperadamente de ti, não me deixes sofrer tanto assim.
Vem fazer parte da minha vida novamente, vem ser minha amiga
Confidente, cúmplice, amiga leal e verdadeira,
Fale-me de sua vida, abra-se sem reservas e sem temor
Voltes a confiar em mim, me perdoas, por favor.
Ela não me responde, nem dar as caras, ainda estar magoada
Mas não perco a esperança, um dia quando toda a mágoa se for
A minha amizade perdida, voltará para mim, aí serei feliz de novamente.
Como é triste perder uma grande amizade,
Ainda mais quando a mesma é tudo pra nós,
Parece que metade da gente se foi junto
Um vazio imenso toma conta do nosso coração.
É como me sinto atualmente, vivo pelos cantos chorando
Morrendo de saudades da amizade perdida,
Éramos unha e carne, manteiga e pão,
Uma mistura perfeita, harmonizada, feitos um para o outro
Ela me chamava de meu xodó, me tinha como perfeito
Eu também a admirava, gostava de seu jeito amigo e leal
Vivíamos muito bem, em pleno acordo, até que um dia
Depois de uma pisada na bola, tudo mudou de repente.
Isso foi o suficiente para a amizade partir, ir embora
Deixando um vazio tremendo dentro de mim,
Já não sou mais o mesmo, ela me levou o brilho
A vontade de viver, meu ânimo, minha alegria,
Quando passa por mim, faz de conta que não me conhece
Rir com todos, mas quando me aproxima, rir de mim
Faz questão de me evitar, não perdoa a minha insensatez
Não consegue olhar para mim como antes, o encanto acabou.
De xodó passei a ser um espantalho, alguém indesejável
Não se lembra dos bons momentos que juntos vivemos
A amizade perdida, não me admira mais como antes
Sou para ela um passado que não vale a pena ser lembrado.
Ela não sabe o quanto me maltrata, o quanto me fere
Seu desprezo me consome como câncer,
Não sei até quando poderei suportar tanta indiferença
A amizade perdida se foi para nunca mais voltar.
Às vezes me pego gritando o seu nome pelas ruas
Desesperado, como um louco, clamando em alta voz
Amizade perdida, voltes, não me desprezes, ta difícil sem você
Preciso desesperadamente de ti, não me deixes sofrer tanto assim.
Vem fazer parte da minha vida novamente, vem ser minha amiga
Confidente, cúmplice, amiga leal e verdadeira,
Fale-me de sua vida, abra-se sem reservas e sem temor
Voltes a confiar em mim, me perdoas, por favor.
Ela não me responde, nem dar as caras, ainda estar magoada
Mas não perco a esperança, um dia quando toda a mágoa se for
A minha amizade perdida, voltará para mim, aí serei feliz de novamente.
PR. MARCOS GLAYSON
O QUE É UM AMIGO?
É alguém que nem todo tempo do mundo consegue apagar
Que a distância mais remota, não consegue esquecer,
E que nem a maldade com toda sua fúria pode destruir.
É uma pessoa que chega de longe ou de perto,
Para ocupar o nosso coração e marcar nossas vidas.
O amigo não surge da noite para o dia, nem de repente
Ele surge através dos atos, palavras, ações e atitudes
Que com o passar do tempo fica firme e se solidifica
De forma tal, que nada e ninguém pode apagar ou substituir.
O amigo é alguém que estar sempre presente quando você precisa
Mesmo quando está fisicamente distante, você o sente por perto
Ele estar sempre pronto para socorre-te, ajudá-lo no quer for preciso
Estar sempre ao seu lado quando mais você precisa e deseja sua ajuda.
Amigo é um raio de sol no meio da tempestade
Ele sempre está presente quando mais você o chama
Ele fica feliz quando pode ajudar, quando não pode fica triste
O amigo é alguém que não se dar para viver sem ele
Viver sem se ter uma amigo, é como viver sem comer
Sem se vestir, sem respirar, é o mesmo que não viver
Como diz a canção, um amigo é alguém que se deve
Ter debaixo de sete chave, do lado esquerdo do peito
Dentro do coração assim dizia a canção.
É alguém que nem todo tempo do mundo consegue apagar
Que a distância mais remota, não consegue esquecer,
E que nem a maldade com toda sua fúria pode destruir.
É uma pessoa que chega de longe ou de perto,
Para ocupar o nosso coração e marcar nossas vidas.
O amigo não surge da noite para o dia, nem de repente
Ele surge através dos atos, palavras, ações e atitudes
Que com o passar do tempo fica firme e se solidifica
De forma tal, que nada e ninguém pode apagar ou substituir.
O amigo é alguém que estar sempre presente quando você precisa
Mesmo quando está fisicamente distante, você o sente por perto
Ele estar sempre pronto para socorre-te, ajudá-lo no quer for preciso
Estar sempre ao seu lado quando mais você precisa e deseja sua ajuda.
Amigo é um raio de sol no meio da tempestade
Ele sempre está presente quando mais você o chama
Ele fica feliz quando pode ajudar, quando não pode fica triste
O amigo é alguém que não se dar para viver sem ele
Viver sem se ter uma amigo, é como viver sem comer
Sem se vestir, sem respirar, é o mesmo que não viver
Como diz a canção, um amigo é alguém que se deve
Ter debaixo de sete chave, do lado esquerdo do peito
Dentro do coração assim dizia a canção.
PR. MARCOS GLAYSON
TEMA: COMO CULTIVAR BOAS AMIZADES
INTRODUÇÃO: É impossível viver sem conseguirmos manter boas amizades? O nível dessas amizades afetam minha vida Será que sabemos como nos relacionar com nossas amizades? . A maioria das pessoas que fracassam em suas profissões, fracassam não porque não sejam habilidosas em suas funções, mas porque não sabem se relacionar com seus amigos de trabalho. O Criador das pessoas sabe como manter relacionamentos pessoais, e Ele nos deu sábios conselhos sobre os relacionamentos pessoais.
SENTENÇA INTERROGATIVA: QUAIS SÃO ESSES CONSELHOS?
I – PRIMEIRO CONSELHO: MAIS VALE TER UM AMIGO POR PERTO, QUE UM IRMÃO LONGE(Pv 27.10) “...Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe.”
1. A amizade tem valor dependendo da situação(Pv 17.17)
2. Ele pode Ter mais valor que os laços de sangue(Pv 18.24)
3. É difícil esquecer as amizades que se fortalecem nos momentos de dor e sofrimento, aquelas que comem um quilo de sal conosco.
II – SEGUNDO CONSELHO: EXISTEM ALGUMAS COISAS QUE ATRAPALHAM AS AMIZADES: Quais são essas coisas?
1. Boatos: espalhar notícias – Pv. 16.28, 6.19 (verdade - edifica- é necessário).
2. Falar demais – Pv 11. 9,13; Tg 3.1-2(quem fala demais dar bom dia a cavalo)
3. Mentiras – Pv 24.28; 12.19(confira Efésios 4.25, 6.14)
4. Ridicularizar o amigo, desprezar – Pv. 11.12
5. Relembrar os seus erros – Pv 17.9;
6. Prejudicar o amigo, fazer o mal – Pv 21.10;
7. Brincadeiras que trazem prejuízo – Pv 26.18,19
8. Momentos de dificuldade – Pv 19.4
III – TERCEIRO CONSELHO: EXISTEM COISAS QUE AJUDAM UMA AMIZADE: Quais são essas coisas?
1. Perseverança – Pv 17.17, 27.10; 2.17– mesmo na adversidade. A amizade já comprovada tem mais valor. Não troque as amizades antigas pelas novas.(1 Reis 12.6-14)
2. Repreensão leal – Pv 27.6; Sl 141.5 – chamar a atenção do amigo em amor(Mt 18.15-20; Gl 6.1-5). O amigo não é aquele que fala o que a pessoa deseja ouvir, mas o que fala o que a pessoa precisa ouvir.
3. Fazer o bem – Pv 3.27-30
4. Ânimo – Pv 15.30 – engordam os ossos, revigoram o corpo.
5. Conselhos Bons – Pv 27.9, 22.11
6. Franqueza – Pv 25.9; 11.13
7. Saber os Limites – Pv 25.17.
IV – QUARTO CONSELHO: AS AMIZADES PODEM INFLUENCIAR NOSSAS VIDAS:
1. Influenciar para o mal: (Pv 22.24-29)
1.1. O crente deve se afastar de “irmãos” que não vivem segundo as Escrituras(1 Coríntios 5.9-13).
1.2. O crente precisa se afastar de “irmãos” que procuram implantar divisão na igreja(Romanos 16.17-19).
1.3. O crente deve se afastar daqueles “irmãos” que são preguiçosos(2 Tessalonicenses 3.6-15; Pv 6.1-12; 26.13-16)
1.4. As maus companhias corrompem os bons costumes(1 Coríntios 15.33; 1 Reis 12.6
2. Influenciar para o bem: (Pv 13.20. )
2.1. Quem se aconselha com boas pessoas, terá bons conselhos
2.2. Veja se Daniel se envolvia com pessoas que não tinha o mesmo nível dele(Dn 1.17; 2.17-18; 48-49; 3.16-18,30; 6.16,22,24).
CONCLUSÃO: A Bíblia fala de um grande amigo que estar disposto a manter um relacionamento com todas as pessoas que assim desejarem, esse amigo é Cristo, o melhor amigo de todos. Por que Cristo é o melhor amigo que uma pessoa pode Ter? darei algumas razões que faz de Cristo o melhor amigo:
1. Ele estar disposto a dar a sua própria vida para o bem de seus amigos(João 15.13)
2. Ele deseja se relacionar conosco sem reservas(João 15.15)
3. Ele tem intenções claras e transparentes(João 10.10)
4. Ele deseja compartilhar conosco os seus bens(Ap 3.20-21)
5. Ele estar presente em todas as horas da vida(Mateus 28.20)
* O QUE ELE QUER DE SEUS AMIGOS? (1 João 3.16-18) e (João 15.14) Você tem cumprindo essas exigências? AMÉM.
INTRODUÇÃO: É impossível viver sem conseguirmos manter boas amizades? O nível dessas amizades afetam minha vida Será que sabemos como nos relacionar com nossas amizades? . A maioria das pessoas que fracassam em suas profissões, fracassam não porque não sejam habilidosas em suas funções, mas porque não sabem se relacionar com seus amigos de trabalho. O Criador das pessoas sabe como manter relacionamentos pessoais, e Ele nos deu sábios conselhos sobre os relacionamentos pessoais.
SENTENÇA INTERROGATIVA: QUAIS SÃO ESSES CONSELHOS?
I – PRIMEIRO CONSELHO: MAIS VALE TER UM AMIGO POR PERTO, QUE UM IRMÃO LONGE(Pv 27.10) “...Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai, nem entres na casa de teu irmão. Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe.”
1. A amizade tem valor dependendo da situação(Pv 17.17)
2. Ele pode Ter mais valor que os laços de sangue(Pv 18.24)
3. É difícil esquecer as amizades que se fortalecem nos momentos de dor e sofrimento, aquelas que comem um quilo de sal conosco.
II – SEGUNDO CONSELHO: EXISTEM ALGUMAS COISAS QUE ATRAPALHAM AS AMIZADES: Quais são essas coisas?
1. Boatos: espalhar notícias – Pv. 16.28, 6.19 (verdade - edifica- é necessário).
2. Falar demais – Pv 11. 9,13; Tg 3.1-2(quem fala demais dar bom dia a cavalo)
3. Mentiras – Pv 24.28; 12.19(confira Efésios 4.25, 6.14)
4. Ridicularizar o amigo, desprezar – Pv. 11.12
5. Relembrar os seus erros – Pv 17.9;
6. Prejudicar o amigo, fazer o mal – Pv 21.10;
7. Brincadeiras que trazem prejuízo – Pv 26.18,19
8. Momentos de dificuldade – Pv 19.4
III – TERCEIRO CONSELHO: EXISTEM COISAS QUE AJUDAM UMA AMIZADE: Quais são essas coisas?
1. Perseverança – Pv 17.17, 27.10; 2.17– mesmo na adversidade. A amizade já comprovada tem mais valor. Não troque as amizades antigas pelas novas.(1 Reis 12.6-14)
2. Repreensão leal – Pv 27.6; Sl 141.5 – chamar a atenção do amigo em amor(Mt 18.15-20; Gl 6.1-5). O amigo não é aquele que fala o que a pessoa deseja ouvir, mas o que fala o que a pessoa precisa ouvir.
3. Fazer o bem – Pv 3.27-30
4. Ânimo – Pv 15.30 – engordam os ossos, revigoram o corpo.
5. Conselhos Bons – Pv 27.9, 22.11
6. Franqueza – Pv 25.9; 11.13
7. Saber os Limites – Pv 25.17.
IV – QUARTO CONSELHO: AS AMIZADES PODEM INFLUENCIAR NOSSAS VIDAS:
1. Influenciar para o mal: (Pv 22.24-29)
1.1. O crente deve se afastar de “irmãos” que não vivem segundo as Escrituras(1 Coríntios 5.9-13).
1.2. O crente precisa se afastar de “irmãos” que procuram implantar divisão na igreja(Romanos 16.17-19).
1.3. O crente deve se afastar daqueles “irmãos” que são preguiçosos(2 Tessalonicenses 3.6-15; Pv 6.1-12; 26.13-16)
1.4. As maus companhias corrompem os bons costumes(1 Coríntios 15.33; 1 Reis 12.6
2. Influenciar para o bem: (Pv 13.20. )
2.1. Quem se aconselha com boas pessoas, terá bons conselhos
2.2. Veja se Daniel se envolvia com pessoas que não tinha o mesmo nível dele(Dn 1.17; 2.17-18; 48-49; 3.16-18,30; 6.16,22,24).
CONCLUSÃO: A Bíblia fala de um grande amigo que estar disposto a manter um relacionamento com todas as pessoas que assim desejarem, esse amigo é Cristo, o melhor amigo de todos. Por que Cristo é o melhor amigo que uma pessoa pode Ter? darei algumas razões que faz de Cristo o melhor amigo:
1. Ele estar disposto a dar a sua própria vida para o bem de seus amigos(João 15.13)
2. Ele deseja se relacionar conosco sem reservas(João 15.15)
3. Ele tem intenções claras e transparentes(João 10.10)
4. Ele deseja compartilhar conosco os seus bens(Ap 3.20-21)
5. Ele estar presente em todas as horas da vida(Mateus 28.20)
* O QUE ELE QUER DE SEUS AMIGOS? (1 João 3.16-18) e (João 15.14) Você tem cumprindo essas exigências? AMÉM.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
PR. MARCOS GLAYSON
MÃO DUPLA
(II Corintios 8:14) - Mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade;
Mão dupla é uma estrada, rua ou avenida que permite a circulação de veículos em duas mãos ao mesmo tempo em sentidos contrário, ou seja, tanto os veículos podem subirem ou descerem ao mesmo tempo. Mão dupla também é usada para designar direitos iguais, responsabilidades ou deveres. Podemos dizer que o relacionamento entre igreja e membros deve ser um relacionamento de mão dupla, pois ambos tem deveres e direitos para serem exercidos entre em si.
O membro tem os seguintes deveres:
São deveres dos membros:
I- Empregar na obra de Deus os seus talentos e dons recebidos, visando o progresso espiritual e material da Igreja;
II- Sustentar todos os cultos, doutrinas, ordenanças e disciplinas da Igreja;
III- Contribuir com os dízimos e ofertas, para o sustento do culto, do programa de educação religiosa, de missões , beneficência e despesas da Igreja;
IV- Cumprir as disposições estatutárias da Igreja;
V- Freqüentar e participar de todas as Assembléias da Igreja;
VI- Ser submisso a Igreja, a sua diretoria e ao pastor, quando estiverem biblicamente corretos em suas decisões
VII- Manter uma conduta compatível com os princípios espirituais, éticos e morais, de acordo com os ensinamentos da Bíblia Sagrada;
VIII- Exercer com zelo e dedicação até o fim do mandato, os cargos ou funções para os quais foram eleitos pela Igreja.
Quando o membro falta com suas obrigações ele fica sujeito a disciplina, em muitos casos a igreja o excluí do rol de membro por não estar desenvolvendo suas obrigações para com a igreja.
A igreja também tem seus deveres para com os membros:
São deveres da igreja:
I- Fortalecer a fé de seus membros, para que possam ter condições de perseverarem na sua caminhada cristã;
II- Receber assistência espiritual sempre que preciso for, independentemente da hora, dia ou lugar;
III- Socorrer seus membros quando estiverem passando por dificuldades financeiras ou problemas com enfermidades ou outro problema qualquer que necessite da ajuda da igreja;
IV- Acompanhar os membros que estão em disciplina com o fim de ajuda-los na sua restauração;
V- Fornecer alimento espiritual sólido de boa qualidade, que ajude no desenvolvimento e crescimento espiritual de seus membros;
VI- Visitá-los em suas enfermidades, trazendo uma palavra de conforto e esperança e também mantimentos materiais que ajudaram na recuperação do mesmo;
VII- Não aceitar denuncias contra os membros, sem que antes se faça uma apuração apurada das mesmas, uma vez confirmada, deve ser tratada com muito amor, na tentativa de fazer o membro reconhecer o seu erro e confessa-lo.
VIII- Prestar relatórios mensais de suas receitas, de forma transparente, clara e objetiva, com o fim de tirar qualquer dúvida que haja por parte dos irmãos.
Diferentemente dos membros, quando a igreja é omissa em suas responsabilidades, nada lhe acontece, nem uma punição ou disciplina lhe imposta. Mas se um membro faltar com seus deveres, é ligeiramente penalizado, isso não estar correto, tal relacionamento deve ser de mão dupla. Ambos precisam cumprirem suas obrigações e deveres uns para com os outros, caso contrário, nenhuma das partes terá autoridade de cobrar uma da outra os seus direitos.
Penso da seguinte maneira, acredito que se uma igreja não esteja agindo corretamente dentro dos princípios bíblicos, deixando de oferecer aos seus membros o que lhe é devido. Creio que o membro deve também cobrar da igreja seus direitos, desde que o mesmo esteja sendo justo no cumprimento de suas responsabilidades. Caso tal reivindicação seja justa e a igreja não atenda ao seu clamor, o irmão deve procurar uma outra igreja que possa lhe fornecer a assistência espiritual necessária para seu desenvolvimento espiritual. Se a igreja tem o direito de exigir de seus membros os seus direitos, por que não o crente não pode fazê-lo também? É claro que sim, é uma questão de justiça, se ambas as partes cumprem os seus deveres, também devem desfrutar de seus respectivos direitos.
A igreja de Cristo nos últimos dias tem cometido essa grande falta, os pastores e membros, não tem feito o dever de casa, ou seja, não estão cumprindo com suas respectivas responsabilidades e quando um membro deixa de cumprir com sua parte, o coitado é quase linchado por seus irmãos. É chamado de irresponsável, de crente de meia tigela, carnal e imaturo. Mas a verdade que a maioria dos crentes agem de forma faltosa, devido não receber da igreja o devido carinho, respeito e atenção que merecem.
A ingratidão tira feição, não adianta queremos tapar o sol com a peneira. Uma mulher que sempre recebe bofetada do esposo, dificilmente o amará e lhe será submissa. Da mesma forma será o membro que não é devidamente cuidado por sua igreja, dificilmente terá algo de bom para dar. A igreja e os pastores precisam estar atentos com as necessidades de seus membros, fornecendo os recursos e ferramentas para que os mesmos possam desenvolver cabalmente suas responsabilidades para com a igreja. Precisamos amados criar uma atmosfera, um clima a onde nossos membros se sintam seguros, valorizados e amados.
O crente é igual a um transformador de energia, que recebe 110 e devolve 220. Se o membro recebe da igreja os seus direitos, com certeza a igreja receberá desse membro em dobro todo carinho e atenção dispensada a ele.
Pastores e igrejas muita atenção, antes de sermos carrascos em cobrar dos nossos membros as suas obrigações, analisemos se de fato nós estamos fazendo nossa parte, para que não caíamos no mesmo erro dos fariseus, que exigiam todos os seus direitos, sem jamais fazerem seus deveres para com o povo. E Jesus foi claro em dizer que se a nossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de forma alguma entraremos no céu. (Mateus 5:20) - Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.
(II Corintios 8:14) - Mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade;
Mão dupla é uma estrada, rua ou avenida que permite a circulação de veículos em duas mãos ao mesmo tempo em sentidos contrário, ou seja, tanto os veículos podem subirem ou descerem ao mesmo tempo. Mão dupla também é usada para designar direitos iguais, responsabilidades ou deveres. Podemos dizer que o relacionamento entre igreja e membros deve ser um relacionamento de mão dupla, pois ambos tem deveres e direitos para serem exercidos entre em si.
O membro tem os seguintes deveres:
São deveres dos membros:
I- Empregar na obra de Deus os seus talentos e dons recebidos, visando o progresso espiritual e material da Igreja;
II- Sustentar todos os cultos, doutrinas, ordenanças e disciplinas da Igreja;
III- Contribuir com os dízimos e ofertas, para o sustento do culto, do programa de educação religiosa, de missões , beneficência e despesas da Igreja;
IV- Cumprir as disposições estatutárias da Igreja;
V- Freqüentar e participar de todas as Assembléias da Igreja;
VI- Ser submisso a Igreja, a sua diretoria e ao pastor, quando estiverem biblicamente corretos em suas decisões
VII- Manter uma conduta compatível com os princípios espirituais, éticos e morais, de acordo com os ensinamentos da Bíblia Sagrada;
VIII- Exercer com zelo e dedicação até o fim do mandato, os cargos ou funções para os quais foram eleitos pela Igreja.
Quando o membro falta com suas obrigações ele fica sujeito a disciplina, em muitos casos a igreja o excluí do rol de membro por não estar desenvolvendo suas obrigações para com a igreja.
A igreja também tem seus deveres para com os membros:
São deveres da igreja:
I- Fortalecer a fé de seus membros, para que possam ter condições de perseverarem na sua caminhada cristã;
II- Receber assistência espiritual sempre que preciso for, independentemente da hora, dia ou lugar;
III- Socorrer seus membros quando estiverem passando por dificuldades financeiras ou problemas com enfermidades ou outro problema qualquer que necessite da ajuda da igreja;
IV- Acompanhar os membros que estão em disciplina com o fim de ajuda-los na sua restauração;
V- Fornecer alimento espiritual sólido de boa qualidade, que ajude no desenvolvimento e crescimento espiritual de seus membros;
VI- Visitá-los em suas enfermidades, trazendo uma palavra de conforto e esperança e também mantimentos materiais que ajudaram na recuperação do mesmo;
VII- Não aceitar denuncias contra os membros, sem que antes se faça uma apuração apurada das mesmas, uma vez confirmada, deve ser tratada com muito amor, na tentativa de fazer o membro reconhecer o seu erro e confessa-lo.
VIII- Prestar relatórios mensais de suas receitas, de forma transparente, clara e objetiva, com o fim de tirar qualquer dúvida que haja por parte dos irmãos.
Diferentemente dos membros, quando a igreja é omissa em suas responsabilidades, nada lhe acontece, nem uma punição ou disciplina lhe imposta. Mas se um membro faltar com seus deveres, é ligeiramente penalizado, isso não estar correto, tal relacionamento deve ser de mão dupla. Ambos precisam cumprirem suas obrigações e deveres uns para com os outros, caso contrário, nenhuma das partes terá autoridade de cobrar uma da outra os seus direitos.
Penso da seguinte maneira, acredito que se uma igreja não esteja agindo corretamente dentro dos princípios bíblicos, deixando de oferecer aos seus membros o que lhe é devido. Creio que o membro deve também cobrar da igreja seus direitos, desde que o mesmo esteja sendo justo no cumprimento de suas responsabilidades. Caso tal reivindicação seja justa e a igreja não atenda ao seu clamor, o irmão deve procurar uma outra igreja que possa lhe fornecer a assistência espiritual necessária para seu desenvolvimento espiritual. Se a igreja tem o direito de exigir de seus membros os seus direitos, por que não o crente não pode fazê-lo também? É claro que sim, é uma questão de justiça, se ambas as partes cumprem os seus deveres, também devem desfrutar de seus respectivos direitos.
A igreja de Cristo nos últimos dias tem cometido essa grande falta, os pastores e membros, não tem feito o dever de casa, ou seja, não estão cumprindo com suas respectivas responsabilidades e quando um membro deixa de cumprir com sua parte, o coitado é quase linchado por seus irmãos. É chamado de irresponsável, de crente de meia tigela, carnal e imaturo. Mas a verdade que a maioria dos crentes agem de forma faltosa, devido não receber da igreja o devido carinho, respeito e atenção que merecem.
A ingratidão tira feição, não adianta queremos tapar o sol com a peneira. Uma mulher que sempre recebe bofetada do esposo, dificilmente o amará e lhe será submissa. Da mesma forma será o membro que não é devidamente cuidado por sua igreja, dificilmente terá algo de bom para dar. A igreja e os pastores precisam estar atentos com as necessidades de seus membros, fornecendo os recursos e ferramentas para que os mesmos possam desenvolver cabalmente suas responsabilidades para com a igreja. Precisamos amados criar uma atmosfera, um clima a onde nossos membros se sintam seguros, valorizados e amados.
O crente é igual a um transformador de energia, que recebe 110 e devolve 220. Se o membro recebe da igreja os seus direitos, com certeza a igreja receberá desse membro em dobro todo carinho e atenção dispensada a ele.
Pastores e igrejas muita atenção, antes de sermos carrascos em cobrar dos nossos membros as suas obrigações, analisemos se de fato nós estamos fazendo nossa parte, para que não caíamos no mesmo erro dos fariseus, que exigiam todos os seus direitos, sem jamais fazerem seus deveres para com o povo. E Jesus foi claro em dizer que se a nossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de forma alguma entraremos no céu. (Mateus 5:20) - Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
PR. MARCOS GLAYSON
TEMA: LIÇÕES ENCONTRADAS EM MATEUS 7.31-23
“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.”
QUAIS AS LIÇÕES QUE PODEMOS APRENDER COM ESSA PASSAGEM?
I – PRIMEIRA LIÇÃO: UMA DECLARAÇÃO DE FÉ NO SENHOR NÃO GARANTE O ACESSO AO REINO DOS CÉUS. “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus...”
1. A boa relação com Deus não é questão de palavras.
1.1. O que se é dito com a boca deve ser evidenciado nas atitudes, ações e reações.
1.2. Deve haver uma harmonia muito grande no que eu falo e no que eu faço.
1.3. De nada vale alguém simplesmente professar que é discípulo de Cristo, se de fato não as suas obras não aprovam o que ele diz.
1.4. Tiago já disse: “a fé sem obras são mortas...” Quer dizer, minhas obras deve demonstrar minha fé.
2. Jesus disse que seus discípulos são conhecidos pelas seguintes atitudes:
2.1. Se permanecerem na Sua Palavra. “Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos.”(João 8.31) Permanecer na Sua Palavra é o mesmo que obedece-la, praticá-la em todos os aspectos da vida cotidiana.
2.2. Se amarmos uns aos outros. “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”(João 13.35). Alguém que tem Cristo como SENHOR de sua vida, sem dúvida alguma é alguém que ama seu semelhante, pois se não ama o seu próximo, como amará a Deus? “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão.”(João 4.20-21)
2.3. Se dermos muito frutos. “Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.” (João 15:8). O que significa dar muito fruto? Significa que os discípulos de Jesus devem produzir boas obras que contribuam para o aumento, o crescimento do seu reino.
APLICAÇÃO: Cristo tem sido de fato nosso Senhor?
• Estou de fato obedecendo a Sua Palavra?
• Tenho amando o meu semelhante?
• Tenho colaborado para a crescimento do reino de Deus aqui na terra?
• Medite nessa advertência: (Lucas 6:46) - E por que me chamais, SENHOR, Senhor, e não fazeis o que eu digo?
QUAL SERÁ A PROXIMA LIÇÃO?
II – SEGUNDA LIÇÃO: NINGUÉM ENTRA NO CÉU POR FAZER BOAS OBRAS. “.....Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?”
1. Muitas pessoas fazem coisas boas tentando merecer o céu por conta do que realizam.
1.1. Essas pessoas desse versículos fizeram muitas coisas boas. Expulsaram demônios, profetizaram e fizeram muitas maravilhas.
1.2. Com certeza muita gente foi beneficiada pelas ações dessas pessoas, muitos foram curados de doenças, outros tiveram foram libertos de demônios e outros edificados com as palavras ministradas por eles.
1.3. Esse grupo também alem de ter feito a coisa certa e ter beneficiado muitas pessoas, fizeram tudo isso na autoridade de Jesus, ou seja, no nome de Jesus.
1.4. Elas clamam a Jesus que se lembrem das boas obras que praticaram, para que Ele tenha compaixão delas.
1.5. Mas Jesus é categórico e diz: “E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim...”
2. A bíblia diz claramente que o homem não é salvo por fazer boas obras.
2.1. Efesios 2.8-10: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.”
2.2. Tito 3.5-8: “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, Que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador; Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna. Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.”
2.3. 2 Timóteo 1.9: Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos”
APLICAÇÃO: Em que está baseado sua salvação?
• Você faz boas obras para ser salvo por elas?
• Estar se baseando na pratica de coisas boas para merecer a salvação?
• Se você estar nesse caminho, pule fora, antes que seja tarde demais.
• Deposite sua salvação na obra redentora de Cristo.
VEJAMOS A TERCEIRA LIÇÃO:
III – TERCEIRA LIÇÃO: NOSSAS OBRAS PODEM SER VISTA POR DEUS COMO INIQUIDADE. “...vós que praticais a iniqüidade.”
1. Jesus diz que tais obras foram feitas com iniqüidade
1.1. Acredito que a iniquidade nessa passagem se refere o ajuntamento do santo com o profano
1.2. Fazer as coisas para Deus sem ter a vida reta, é praticar iniqüidade.
1.3. Essas pessoas fizeram muitas coisas boas e certas no nome de Deus, mas só que elas não estavam qualificadas para tal. Elas não eram salvas, mas mesmo assim faziam obras exclusivas de alguém salvo.
1.4. Posso ter certeza de que não eram salvas pela expressão que Jesus usa: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim...”. Se fossem ovelhas de Cristo seriam conhecidas por Ele, pois Ele mesmo disse: “(João 10:14) - Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas ovelhas sou conhecido.”
1.5. Se de fato fossem ovelhas do Senhor, teriam sido conhecidas por ele, a razão por não conhece-las é porque não eram do Seu aprisco.
1.6. Interessante que muitas pessoas usam essa passagem para provar a perca da salvação, infelizmente não conseguem, pois a passagem não reforça tal tese.
2. Quando as minhas boas obras podem serem vistas por Deus como iniquidade?
2.1. Quando desprezamos os preceitos de Deus: “Odeiam na porta ao que os repreende, e abominam ao que fala sinceramente. Portanto, visto que pisais o pobre e dele exigis um tributo de trigo, edificastes casas de pedras lavradas, mas nelas não habitareis; vinhas desejáveis plantastes, mas não bebereis do seu vinho Porque sei que são muitas as vossas transgressões e graves os vossos pecados; afligis o justo, tomais resgate, e rejeitais os necessitados na porta. Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro. E ainda que me ofereçais holocaustos, ofertas de alimentos, não me agradarei delas; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas.(Amós 5.10-12; 21-23)
2.2. Quando as fazemos com motivações erradas: “E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? e bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar”.(Gn 4.3,5-7)
2.3. Quando fazemos para o homem com o fim de mostrarmos uma aparente espiritualidade. “GUARDAI-VOS de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus. Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.”(Mateus 6.1-2; 5; 16)
APLICAÇÃO: Quais as motivações que te levam a realizar algo para Deus?
• Faz porque O ama ?
• Faz porque é grato a Deus por tudo que Ele tem te feito?
• Faz porque quer manter um padrão de espiritualidade diante dos homens?
CONCLUSÃO: Vamos recaptular as lições que aprendemos?
1 - UMA DECLARAÇÃO DE FÉ NO SENHOR NÃO GARANTE O ACESSO AO REINO DOS CÉUS.
2 - NINGUÉM ENTRA NO CÉU POR FAZER BOAS OBRAS.
3 - NOSSAS OBRAS PODEM SER VISTA POR DEUS COMO INIQUIDADE.
“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.”
QUAIS AS LIÇÕES QUE PODEMOS APRENDER COM ESSA PASSAGEM?
I – PRIMEIRA LIÇÃO: UMA DECLARAÇÃO DE FÉ NO SENHOR NÃO GARANTE O ACESSO AO REINO DOS CÉUS. “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus...”
1. A boa relação com Deus não é questão de palavras.
1.1. O que se é dito com a boca deve ser evidenciado nas atitudes, ações e reações.
1.2. Deve haver uma harmonia muito grande no que eu falo e no que eu faço.
1.3. De nada vale alguém simplesmente professar que é discípulo de Cristo, se de fato não as suas obras não aprovam o que ele diz.
1.4. Tiago já disse: “a fé sem obras são mortas...” Quer dizer, minhas obras deve demonstrar minha fé.
2. Jesus disse que seus discípulos são conhecidos pelas seguintes atitudes:
2.1. Se permanecerem na Sua Palavra. “Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos.”(João 8.31) Permanecer na Sua Palavra é o mesmo que obedece-la, praticá-la em todos os aspectos da vida cotidiana.
2.2. Se amarmos uns aos outros. “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”(João 13.35). Alguém que tem Cristo como SENHOR de sua vida, sem dúvida alguma é alguém que ama seu semelhante, pois se não ama o seu próximo, como amará a Deus? “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão.”(João 4.20-21)
2.3. Se dermos muito frutos. “Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.” (João 15:8). O que significa dar muito fruto? Significa que os discípulos de Jesus devem produzir boas obras que contribuam para o aumento, o crescimento do seu reino.
APLICAÇÃO: Cristo tem sido de fato nosso Senhor?
• Estou de fato obedecendo a Sua Palavra?
• Tenho amando o meu semelhante?
• Tenho colaborado para a crescimento do reino de Deus aqui na terra?
• Medite nessa advertência: (Lucas 6:46) - E por que me chamais, SENHOR, Senhor, e não fazeis o que eu digo?
QUAL SERÁ A PROXIMA LIÇÃO?
II – SEGUNDA LIÇÃO: NINGUÉM ENTRA NO CÉU POR FAZER BOAS OBRAS. “.....Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?”
1. Muitas pessoas fazem coisas boas tentando merecer o céu por conta do que realizam.
1.1. Essas pessoas desse versículos fizeram muitas coisas boas. Expulsaram demônios, profetizaram e fizeram muitas maravilhas.
1.2. Com certeza muita gente foi beneficiada pelas ações dessas pessoas, muitos foram curados de doenças, outros tiveram foram libertos de demônios e outros edificados com as palavras ministradas por eles.
1.3. Esse grupo também alem de ter feito a coisa certa e ter beneficiado muitas pessoas, fizeram tudo isso na autoridade de Jesus, ou seja, no nome de Jesus.
1.4. Elas clamam a Jesus que se lembrem das boas obras que praticaram, para que Ele tenha compaixão delas.
1.5. Mas Jesus é categórico e diz: “E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim...”
2. A bíblia diz claramente que o homem não é salvo por fazer boas obras.
2.1. Efesios 2.8-10: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.”
2.2. Tito 3.5-8: “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, Que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador; Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna. Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens.”
2.3. 2 Timóteo 1.9: Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos”
APLICAÇÃO: Em que está baseado sua salvação?
• Você faz boas obras para ser salvo por elas?
• Estar se baseando na pratica de coisas boas para merecer a salvação?
• Se você estar nesse caminho, pule fora, antes que seja tarde demais.
• Deposite sua salvação na obra redentora de Cristo.
VEJAMOS A TERCEIRA LIÇÃO:
III – TERCEIRA LIÇÃO: NOSSAS OBRAS PODEM SER VISTA POR DEUS COMO INIQUIDADE. “...vós que praticais a iniqüidade.”
1. Jesus diz que tais obras foram feitas com iniqüidade
1.1. Acredito que a iniquidade nessa passagem se refere o ajuntamento do santo com o profano
1.2. Fazer as coisas para Deus sem ter a vida reta, é praticar iniqüidade.
1.3. Essas pessoas fizeram muitas coisas boas e certas no nome de Deus, mas só que elas não estavam qualificadas para tal. Elas não eram salvas, mas mesmo assim faziam obras exclusivas de alguém salvo.
1.4. Posso ter certeza de que não eram salvas pela expressão que Jesus usa: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim...”. Se fossem ovelhas de Cristo seriam conhecidas por Ele, pois Ele mesmo disse: “(João 10:14) - Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas ovelhas sou conhecido.”
1.5. Se de fato fossem ovelhas do Senhor, teriam sido conhecidas por ele, a razão por não conhece-las é porque não eram do Seu aprisco.
1.6. Interessante que muitas pessoas usam essa passagem para provar a perca da salvação, infelizmente não conseguem, pois a passagem não reforça tal tese.
2. Quando as minhas boas obras podem serem vistas por Deus como iniquidade?
2.1. Quando desprezamos os preceitos de Deus: “Odeiam na porta ao que os repreende, e abominam ao que fala sinceramente. Portanto, visto que pisais o pobre e dele exigis um tributo de trigo, edificastes casas de pedras lavradas, mas nelas não habitareis; vinhas desejáveis plantastes, mas não bebereis do seu vinho Porque sei que são muitas as vossas transgressões e graves os vossos pecados; afligis o justo, tomais resgate, e rejeitais os necessitados na porta. Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro. E ainda que me ofereçais holocaustos, ofertas de alimentos, não me agradarei delas; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas.(Amós 5.10-12; 21-23)
2.2. Quando as fazemos com motivações erradas: “E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? e bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar”.(Gn 4.3,5-7)
2.3. Quando fazemos para o homem com o fim de mostrarmos uma aparente espiritualidade. “GUARDAI-VOS de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus. Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.”(Mateus 6.1-2; 5; 16)
APLICAÇÃO: Quais as motivações que te levam a realizar algo para Deus?
• Faz porque O ama ?
• Faz porque é grato a Deus por tudo que Ele tem te feito?
• Faz porque quer manter um padrão de espiritualidade diante dos homens?
CONCLUSÃO: Vamos recaptular as lições que aprendemos?
1 - UMA DECLARAÇÃO DE FÉ NO SENHOR NÃO GARANTE O ACESSO AO REINO DOS CÉUS.
2 - NINGUÉM ENTRA NO CÉU POR FAZER BOAS OBRAS.
3 - NOSSAS OBRAS PODEM SER VISTA POR DEUS COMO INIQUIDADE.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
PR. MARCOS GLAYSON
TEMA: O PERIGO DA HIPOCRISIA?
T. CHAVE: MATEUS 23.1-4
INTRODUÇÃO: O que significa a palavra “HIPOCRISIA”? Segundo o aurélio é:
1. Afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem.
2. Impostura, fingimento, simulação, falsidade.
3. Falsa devoção.
O significado da palavra se enquadra perfeitamente com o texto chave desta pequena reflexão. Jesus nessa passagem recrimina os líderes religiosos, pois os mesmos pregavam uma coisa e faziam outra totalmente diferente. Não havia fundo de verdade no que eles pregavam, pois não era praticado no dia a dia, eles vendiam uma imagem de espiritual, mas no fundo eram falsos. Jesus entra em cena e os repreende severamente, chama-os de guias cegos, sepulcros caiados, serpentes e raça de víboras.
SENTENÇA INTERROGATIVA: POR QUE JESUS OS CHAMOU DE HIPOCRITAS?
SENTENÇA TRANSITÓRIA: Pelas seguintes razões:
I – PRIMEIRA RAZÃO: DIZER SEM FAZER
1. Conhecer a verdade é bom;
2. Prega-la é um privilégio;
3. Mas que vale se não a praticamos?
4. Essa era a diferença entre Jesus e os Fariseus, Cristo pregava e vivia, já eles não(Mt 7.28-29)
5. Alguém disse certa vez: O QUE TU FAZES FALA TÃO ALTO QUE NÃO CONSIGO OUVIR O QUE TU DIZES”.
6. Quando alguém diz que realiza certas coisas sem realiza-las de verdades, torna-se semelhantemente aos fariseus, é um hipócrita.
7. Os fariseus diziam tantas coisas ao povo, mas na verdade, nunca fizeram de verdade o que falavam. O grande perigo desse estilo de vida, é que te torna um mentiroso, você passa a adotar a mentira como se fosse a verdade. Um outro perigo é que as pessoas as quais você ensina, vão ficar frustradas e vão desprezar a Deus, quando descobrirem que você é uma fraude. Foi exatamente o que Jesus disse no versículo 15 da capítulo 23 de Mateus. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós.”
8. O que me chama a atenção nesse versículo é que Jesus disse que os fariseus e escribas eram cidadãos do inferno. “fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós”. Precisamos ter muito cuidado, porque é perigoso dizer o que não se faz, a bíblia identifica tais pessoas que assim agem, como cidadãos do inferno.
SENTENÇA DE TRANSIÇÃO: DIZER SEM FAZER foi a primeira razão que fez com os fariseus fossem classificados de hipócritas. Qual será a segunda?
II – SEGUNDA LIÇÃO: EXIGIR OS OUTROS FAZER O QUE NÃO PRATICAMOS
1. Alguns livros sobre oração e piedade exigem tanto, que chegamos a duvidar se seus autores fazem tudo o que escrevem;
2. O que falar do pastor que prega sobre dízimo e não dar exemplo
3. Como aceitar que a igreja fale de santidade, quando o mundo estar dentro dela?
4. O que dizer de alguém que prega sobre a importância da igreja local, quando nem membro de igreja ele é? Conheço muitos que dizem que não precisam de igreja para servir ao Senhor, para ser crentes, mas no entanto ensina e exige que seus liderados façam o contrário, ou seja, ame a igreja, se batizem, se tornem membros de uma igreja local. Como é que pode meu irmão ser tão incoerente assim? Outros dizem “eu estou de bem com Deus, só não vou na igreja.” Parece brincadeira tal afirmação, como alguém pode estar de bem de com Deus e não vai a igreja ; não é membro, não coopera para o desenvolvimento da igreja, não entrega seu dízimo na igreja? No mínimo está louco, precisando se tratar urgentemente, pois mingúem que está de bem com Deus abandona a igreja, pelo contrário quem estar bem com Deus age como o rei Davi o “homem segundo o coração de Deus”. Ele tinha um amor profundo pela igreja, pelo templo, Davi tinha prazer em ir as reuniões da igreja. “(Salmos 122:1) - ALEGREI-ME quando me disseram: Vamos à casa do SENHOR”. Davi deu uma oferta espetacular para construção do templo: “E ainda, porque tenho afeto à casa de meu Deus, o ouro e prata particular que tenho eu dou para a casa do meu Deus, afora tudo quanto tenho preparado para a casa do santuário: Três mil talentos de ouro de Ofir; e sete mil talentos de prata purificada, para cobrir as paredes das casas. Ouro para os objetos de ouro, e prata para os de prata; e para toda a obra de mão dos artífices. Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao SENHOR?(1 Crônicas 29.3-5)”. Davi ofereceu para a casa de Deus, mais de cem toneladas de ouro, 235 toneladas de prata. Todos de boa qualidade, o ouro era de ufir, o melhor que tinha, top de linha. Davi tinha prazer em se reunir com os crentes no templo. “(Salmos 16:3) - Mas aos santos que estão na terra, e aos ilustres em quem está todo o meu prazer.” (Salmos 133:1-3) - OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os monte de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.” Alguém que de fato estar de bem com Deus, ele ama a casa de Deus, os seus irmãos e se alegra em poder fazer de tudo para colaborar com o crescimento da mesma. Se alguém diz amar a Deus e não ama a igreja local, é mentiroso, ta enganado e enganando-se a si mesmo.
5. Como cobrar que os outros amem seus pais e os honre, se ele mesmo pisa nos pais, maltrata-os, agride-os, grita, fala mal deles e humilha? Tal pessoa é hipócrita, sepulcro caído, uma serpente. Como existe no nosso meio pessoas que assim agem, e mesmo com esse comportamento tem a cara de pau de exigir que seus liderados ame os pais. Outros cobram o dízimo e ofertas, mas eles não entregam e quando entregam é fora do único meio legal. Dízimo e ofertas devem ser trazidos para a igreja e a igreja os usa dentro de um sistema democrático a onde é necessário. Nem Deus, nem as Escrituras apóiam ou ordenam o uso dos dízimos e ofertas fora da igreja local, quem assim faz, comete pecado, ta errado. A única autoridade responsável para administrar o dízimo do Senhor é a igreja local, qualquer outra maneira que seja a parte da igreja é errada e contraria a bíblia.
6. Só podemos cobrar e pregarmos, aquilo que de fato praticamos.
7. Jesus antes de dar ordens para seus discípulos e a nós, em primeiro lugar deu o exemplo. Mandou que amassemos nosso inimigo e orasse por eles, na cruz perdoou os seus inimigos e intercedeu por eles diante do Pai(Lc 23.34). Nos mandou ir por todo mundo pregando o evangelho, Ele andava de vila em vila, de cidade em cidade, pregando o evangelho(Mt 9.35-38). Mandou que orássemos sempre, sem desistir, Ele passava madrugadas orando.
8. É desonesto alguém mandar as pessoas fazer o que ela mesmo não faz. É abominável um pai recriminar o seu filho, por algo que ele mesmo faz. Como um pastor tem a coragem de cobrar que sua igreja gaste tempo em oração, se ele não faz? Como pode exigir que entregue seu dízimo se ele também não entrega? Como exigir que os membros perdoe os seus ofensores, se ele mesmo não consegue perdoar, vive com relacionamentos de fachada com colegas de ministério.
9. Precisamos levar os incrédulos glorificarem a Deus através das nossas vidas(Mt 5.13-16)
1. Jesus em Mateus 7.21-22 diz: Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” Jesus me chama a atenção para algumas lições nessa passagem: a). Deus não se preocupa com o tanto de coisas que faço para Ele; b). Nem tudo que faço de bom para o reino de Deus é aceito por Ele; c). Nem todo aquele que consegue fazer coisas boas para o reino de Deus é necessariamente salvo. Vejo que Deus estar preocupado com a qualidade das obras que eu realizo e não com o número delas. Deus leva alguns itens em questão para avaliar a qualidade das nossas obras: a). Intenção do coração – O que me motiva a fazer as coisas para Deus? Faço por gratidão, amor e porque quero ver o reino de Deus expandido, pessoas salvas e o nome de Deus glorificado? b). Obediência – Tudo que fizermos para Deus tem de estar em acordo com a Sua Palavra. Vou oferecer um oferta, preciso ver se minha vida estar em obediência, veja o exemplo de (Mateus 5.23-24). Se tiver qualquer conflito com meu pai, minha mão, meus irmão, ainda não resolvido, o Senhor não aceitará a minha oferta, mesmo que ela favoreça o reino de Deus. Como alguém pode amar a Deus, oferecer algo, se não ama seu irmão? Uma marca essencial da nossa filiação com o Deus é o amor pelos irmão, é vivermos bem com o próximo. Eu lamento que muitas pessoas em nossas igrejas estejam enganadas com o evangelho, pois tem raiva, ódio dos irmãos, não conseguem perdoar o irmão, coisas do passado que ainda trazem na memória e que criam barreiras intransponíveis. Existe irmãos que não se relacionam bem com seus pais, os odeiam, não os perdoam, muito deles denigrem o nome dos pais, promove contenda na família, jogando os irmãos contra os pais. O que dizer das noras intrigadas com as sogras, ou com ódio, vivem amarguradas, tudo por conta do que aconteceu no passado. Não conseguem liberar perdão, não tem forças para se libertarem dessa maldição, pobres criaturas. Deus diz que tais pessoas andam ainda nas trevas, que são mentirosas e perdidas. Confira esses textos: Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus. Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas. Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele. Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. e alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão. (1 João 3. 10-16; 4.20-21)Vou orar a Deus para pedir seu perdão, mas primeiro tenho de ter perdoado meu inimigo ou irmão, veja o exemplo de (Mateus 6.14-15). Em resumo é o seguinte, se tivermos qualquer coisa fora dos padrões da obediência, o que for feito será rejeitado, será uma grande perca de tempo.
CONCLUSÃO: Alexandre o grande, tinha em suas tropas um soldado de grande renome que tinha o seu mesmo nome, ALEXANDRE. Ele foi informado por um dos seus generais que o tal soldado tinha um péssimo testemunho entre os demais. Alexandre ordenou que tal soldado viesse ter com ele, e lhe disse: Estou sabendo que sua fama entre o meu exercito não é boa, isso não é bom devido o nome que você carrega, vou te dar um conselho, ou você muda de atitude, ou troca de nome. Portanto, amados irmãos, ou nós mudamos nossa conduta, nosso comportamento, ações e reações, para estarmos em concordância com o que nós acreditamos e pregamos, ou então, vamos cair na hipocrisia. Qual será nossa escolha? Fica aí a pergunta no ar.
T. CHAVE: MATEUS 23.1-4
INTRODUÇÃO: O que significa a palavra “HIPOCRISIA”? Segundo o aurélio é:
1. Afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem.
2. Impostura, fingimento, simulação, falsidade.
3. Falsa devoção.
O significado da palavra se enquadra perfeitamente com o texto chave desta pequena reflexão. Jesus nessa passagem recrimina os líderes religiosos, pois os mesmos pregavam uma coisa e faziam outra totalmente diferente. Não havia fundo de verdade no que eles pregavam, pois não era praticado no dia a dia, eles vendiam uma imagem de espiritual, mas no fundo eram falsos. Jesus entra em cena e os repreende severamente, chama-os de guias cegos, sepulcros caiados, serpentes e raça de víboras.
SENTENÇA INTERROGATIVA: POR QUE JESUS OS CHAMOU DE HIPOCRITAS?
SENTENÇA TRANSITÓRIA: Pelas seguintes razões:
I – PRIMEIRA RAZÃO: DIZER SEM FAZER
1. Conhecer a verdade é bom;
2. Prega-la é um privilégio;
3. Mas que vale se não a praticamos?
4. Essa era a diferença entre Jesus e os Fariseus, Cristo pregava e vivia, já eles não(Mt 7.28-29)
5. Alguém disse certa vez: O QUE TU FAZES FALA TÃO ALTO QUE NÃO CONSIGO OUVIR O QUE TU DIZES”.
6. Quando alguém diz que realiza certas coisas sem realiza-las de verdades, torna-se semelhantemente aos fariseus, é um hipócrita.
7. Os fariseus diziam tantas coisas ao povo, mas na verdade, nunca fizeram de verdade o que falavam. O grande perigo desse estilo de vida, é que te torna um mentiroso, você passa a adotar a mentira como se fosse a verdade. Um outro perigo é que as pessoas as quais você ensina, vão ficar frustradas e vão desprezar a Deus, quando descobrirem que você é uma fraude. Foi exatamente o que Jesus disse no versículo 15 da capítulo 23 de Mateus. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós.”
8. O que me chama a atenção nesse versículo é que Jesus disse que os fariseus e escribas eram cidadãos do inferno. “fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós”. Precisamos ter muito cuidado, porque é perigoso dizer o que não se faz, a bíblia identifica tais pessoas que assim agem, como cidadãos do inferno.
SENTENÇA DE TRANSIÇÃO: DIZER SEM FAZER foi a primeira razão que fez com os fariseus fossem classificados de hipócritas. Qual será a segunda?
II – SEGUNDA LIÇÃO: EXIGIR OS OUTROS FAZER O QUE NÃO PRATICAMOS
1. Alguns livros sobre oração e piedade exigem tanto, que chegamos a duvidar se seus autores fazem tudo o que escrevem;
2. O que falar do pastor que prega sobre dízimo e não dar exemplo
3. Como aceitar que a igreja fale de santidade, quando o mundo estar dentro dela?
4. O que dizer de alguém que prega sobre a importância da igreja local, quando nem membro de igreja ele é? Conheço muitos que dizem que não precisam de igreja para servir ao Senhor, para ser crentes, mas no entanto ensina e exige que seus liderados façam o contrário, ou seja, ame a igreja, se batizem, se tornem membros de uma igreja local. Como é que pode meu irmão ser tão incoerente assim? Outros dizem “eu estou de bem com Deus, só não vou na igreja.” Parece brincadeira tal afirmação, como alguém pode estar de bem de com Deus e não vai a igreja ; não é membro, não coopera para o desenvolvimento da igreja, não entrega seu dízimo na igreja? No mínimo está louco, precisando se tratar urgentemente, pois mingúem que está de bem com Deus abandona a igreja, pelo contrário quem estar bem com Deus age como o rei Davi o “homem segundo o coração de Deus”. Ele tinha um amor profundo pela igreja, pelo templo, Davi tinha prazer em ir as reuniões da igreja. “(Salmos 122:1) - ALEGREI-ME quando me disseram: Vamos à casa do SENHOR”. Davi deu uma oferta espetacular para construção do templo: “E ainda, porque tenho afeto à casa de meu Deus, o ouro e prata particular que tenho eu dou para a casa do meu Deus, afora tudo quanto tenho preparado para a casa do santuário: Três mil talentos de ouro de Ofir; e sete mil talentos de prata purificada, para cobrir as paredes das casas. Ouro para os objetos de ouro, e prata para os de prata; e para toda a obra de mão dos artífices. Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao SENHOR?(1 Crônicas 29.3-5)”. Davi ofereceu para a casa de Deus, mais de cem toneladas de ouro, 235 toneladas de prata. Todos de boa qualidade, o ouro era de ufir, o melhor que tinha, top de linha. Davi tinha prazer em se reunir com os crentes no templo. “(Salmos 16:3) - Mas aos santos que estão na terra, e aos ilustres em quem está todo o meu prazer.” (Salmos 133:1-3) - OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os monte de Sião, porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.” Alguém que de fato estar de bem com Deus, ele ama a casa de Deus, os seus irmãos e se alegra em poder fazer de tudo para colaborar com o crescimento da mesma. Se alguém diz amar a Deus e não ama a igreja local, é mentiroso, ta enganado e enganando-se a si mesmo.
5. Como cobrar que os outros amem seus pais e os honre, se ele mesmo pisa nos pais, maltrata-os, agride-os, grita, fala mal deles e humilha? Tal pessoa é hipócrita, sepulcro caído, uma serpente. Como existe no nosso meio pessoas que assim agem, e mesmo com esse comportamento tem a cara de pau de exigir que seus liderados ame os pais. Outros cobram o dízimo e ofertas, mas eles não entregam e quando entregam é fora do único meio legal. Dízimo e ofertas devem ser trazidos para a igreja e a igreja os usa dentro de um sistema democrático a onde é necessário. Nem Deus, nem as Escrituras apóiam ou ordenam o uso dos dízimos e ofertas fora da igreja local, quem assim faz, comete pecado, ta errado. A única autoridade responsável para administrar o dízimo do Senhor é a igreja local, qualquer outra maneira que seja a parte da igreja é errada e contraria a bíblia.
6. Só podemos cobrar e pregarmos, aquilo que de fato praticamos.
7. Jesus antes de dar ordens para seus discípulos e a nós, em primeiro lugar deu o exemplo. Mandou que amassemos nosso inimigo e orasse por eles, na cruz perdoou os seus inimigos e intercedeu por eles diante do Pai(Lc 23.34). Nos mandou ir por todo mundo pregando o evangelho, Ele andava de vila em vila, de cidade em cidade, pregando o evangelho(Mt 9.35-38). Mandou que orássemos sempre, sem desistir, Ele passava madrugadas orando.
8. É desonesto alguém mandar as pessoas fazer o que ela mesmo não faz. É abominável um pai recriminar o seu filho, por algo que ele mesmo faz. Como um pastor tem a coragem de cobrar que sua igreja gaste tempo em oração, se ele não faz? Como pode exigir que entregue seu dízimo se ele também não entrega? Como exigir que os membros perdoe os seus ofensores, se ele mesmo não consegue perdoar, vive com relacionamentos de fachada com colegas de ministério.
9. Precisamos levar os incrédulos glorificarem a Deus através das nossas vidas(Mt 5.13-16)
1. Jesus em Mateus 7.21-22 diz: Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” Jesus me chama a atenção para algumas lições nessa passagem: a). Deus não se preocupa com o tanto de coisas que faço para Ele; b). Nem tudo que faço de bom para o reino de Deus é aceito por Ele; c). Nem todo aquele que consegue fazer coisas boas para o reino de Deus é necessariamente salvo. Vejo que Deus estar preocupado com a qualidade das obras que eu realizo e não com o número delas. Deus leva alguns itens em questão para avaliar a qualidade das nossas obras: a). Intenção do coração – O que me motiva a fazer as coisas para Deus? Faço por gratidão, amor e porque quero ver o reino de Deus expandido, pessoas salvas e o nome de Deus glorificado? b). Obediência – Tudo que fizermos para Deus tem de estar em acordo com a Sua Palavra. Vou oferecer um oferta, preciso ver se minha vida estar em obediência, veja o exemplo de (Mateus 5.23-24). Se tiver qualquer conflito com meu pai, minha mão, meus irmão, ainda não resolvido, o Senhor não aceitará a minha oferta, mesmo que ela favoreça o reino de Deus. Como alguém pode amar a Deus, oferecer algo, se não ama seu irmão? Uma marca essencial da nossa filiação com o Deus é o amor pelos irmão, é vivermos bem com o próximo. Eu lamento que muitas pessoas em nossas igrejas estejam enganadas com o evangelho, pois tem raiva, ódio dos irmãos, não conseguem perdoar o irmão, coisas do passado que ainda trazem na memória e que criam barreiras intransponíveis. Existe irmãos que não se relacionam bem com seus pais, os odeiam, não os perdoam, muito deles denigrem o nome dos pais, promove contenda na família, jogando os irmãos contra os pais. O que dizer das noras intrigadas com as sogras, ou com ódio, vivem amarguradas, tudo por conta do que aconteceu no passado. Não conseguem liberar perdão, não tem forças para se libertarem dessa maldição, pobres criaturas. Deus diz que tais pessoas andam ainda nas trevas, que são mentirosas e perdidas. Confira esses textos: Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus. Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas. Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele. Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. e alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão. (1 João 3. 10-16; 4.20-21)Vou orar a Deus para pedir seu perdão, mas primeiro tenho de ter perdoado meu inimigo ou irmão, veja o exemplo de (Mateus 6.14-15). Em resumo é o seguinte, se tivermos qualquer coisa fora dos padrões da obediência, o que for feito será rejeitado, será uma grande perca de tempo.
CONCLUSÃO: Alexandre o grande, tinha em suas tropas um soldado de grande renome que tinha o seu mesmo nome, ALEXANDRE. Ele foi informado por um dos seus generais que o tal soldado tinha um péssimo testemunho entre os demais. Alexandre ordenou que tal soldado viesse ter com ele, e lhe disse: Estou sabendo que sua fama entre o meu exercito não é boa, isso não é bom devido o nome que você carrega, vou te dar um conselho, ou você muda de atitude, ou troca de nome. Portanto, amados irmãos, ou nós mudamos nossa conduta, nosso comportamento, ações e reações, para estarmos em concordância com o que nós acreditamos e pregamos, ou então, vamos cair na hipocrisia. Qual será nossa escolha? Fica aí a pergunta no ar.
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